Martelo Que Bate-Bate
Martelo que bate bate, tua cabeça estourei
Noite sombria, o mal vai reinar
Sinta o teu medo a congelar
Sangue escorre, a morte é minha sina
Cada gota que cai tua vida se inclina
O medo te consome, não há escapatória
Você é meu domínio nesta maldita história
Martelo que bate bate tua vida acabou
Eu sou a morte com prazer que te matou
Não há escape, nem misericórdia
A morte ela certa mesmo que seja absurda
Eu sou o pesadelo que vai te perseguir
Na escuridão, você vai me sentir
O meu poder é mais forte do que a luz
Não importa o que faça sua alma é minha cruz
A cada passo um grito de agonia
A minha presença é uma dor que não termina
A morte é o fim mas para você é só o começo
De um tormento eterno que não nenhum regresso
Martelo que bate bate
No crânio de quem me ofendeu
Me sinto tão perturbado
Mas agora o trouxa não sou eu
Martelo que bate bate meu coração nunca bateu
Me sinto tão oprimido
Agora o valentão sou eu
Meu mostro interior te trouxe esse presente
Espero que aceite
Não seja tão inconveniente
Lembra daquela garota que se matou com o próprio tiro na jugular
Foi culpa sua seu pedaço de merda
Veja esse cortes que guardei na pele
Na esperança de um dia te encontrar
Agora sinta sua pele derreter com chumbo quente
Filho da puto
Vejo vazar a podridão dos seus olhos que eu acabei de furar
Sinta o ódio de todos aqueles que você quis perturbar
Eu sei que agora não entende por que
E talvez nem lembre o meu rosto
Enquanto você grita de agonia
Porque eu grito um presente de mostro pra mostro
Martillo Que Golpea-Golpea
Martillo que golpea-golpea, tu cabeza estallé
Noche sombría, el mal va a reinar
Siente tu miedo congelarse
Sangre escurre, la muerte es mi destino
Cada gota que cae tu vida se inclina
El miedo te consume, no hay escapatoria
Eres mi dominio en esta maldita historia
Martillo que golpea-golpea tu vida se acabó
Yo soy la muerte con placer que te mató
No hay escape, ni misericordia
La muerte es segura aunque sea absurda
Soy la pesadilla que te perseguirá
En la oscuridad, me sentirás
Mi poder es más fuerte que la luz
No importa lo que hagas, tu alma es mi cruz
Cada paso un grito de agonía
Mi presencia es un dolor que no termina
La muerte es el fin pero para ti es solo el comienzo
De un tormento eterno del cual no hay retorno
Martillo que golpea-golpea
En el cráneo de quien me ofendió
Me siento tan perturbado
Pero ahora el tonto no soy yo
Martillo que golpea-golpea mi corazón nunca latió
Me siento tan oprimido
Ahora el bravucón soy yo
Mi monstruo interior te trajo este regalo
Espero que lo aceptes
No seas tan inoportuno
Recuerda a aquella chica que se mató con su propio disparo en la yugular
Fue culpa tuya, pedazo de mierda
Mira estos cortes que guardé en la piel
Con la esperanza de encontrarte algún día
Ahora siente tu piel derretirse con plomo caliente
Hijo de puta
Veo escapar la podredumbre de tus ojos que acabo de perforar
Siente el odio de todos aquellos que quisiste perturbar
Sé que ahora no entiendes por qué
Y tal vez ni recuerdes mi rostro
Mientras gritas de agonía
Porque yo grito un regalo de monstruo a monstruo
Escrita por: Venus, I K A R I S A M e