Azarado amaldiçoado
Aja as suas mangas
Descansar nos pés de um Salgueiro
Branquelo sem sal
Versos neguinho hipertenso
E maculado coração de quem ama primeiro
Quem armou primeiro
Fodam-se os pioneiros
Um bando de velho falando um monte de merda
Que irreverência
Meu bairro não me conhece
Conheço até uns que me diziam parceiros
(Filha da puta)
Tapinha nas costas
Aceito facada
Meritocracia só pra quem tiver dinheiro
Nos teus 15 graus é muito fácil cuspir barra
(Filha da puta)
Um nego mais quente
Calor do Rio de Janeiro
Vivo um romance igual Django
Porque eu me sinto aprisionado
Não tô entendendo
Você fala branco
Mil e um manbos quebrando o estado
Tenho ficado muito solitário
Nós tem o trunfo triunfo velado
Não dou a mão nem o braço
E se me ver é melhor me entupir de bala
Boxe de rua
Dois ou fildo perdendo a fé
E me enfiar nesse diálogo
Sei que é distinto diferente do catalogo
Mas garanto que vai tremer se ouvir estalo
Porra, pela primeira vez eu viajei pra outro estado
Fiquei em um prédio grande cheio de gente maluca
Nunca vai ser amigo quem te trata como um rato
Troquei o inseticida pelo perfume de puta
Se afunda
Pra ver quem vai lembrar teu nome
Tô vendo quem se esconde
E quem vai ser sujeito homem
Olhar pra si no espelho
E enxergar bobo da corte
Eu fui por muito tempo o causador dos próprios cortes
Hoje tô preferindo cortar umas amizades
Só vai andar comigo
Quem transbordar de verdade
Eu grito pra foder o ouvido desses otario
Deve ser bem difícil ignorar o que eu falo
Não ligo pro teu zero nego
Eu tenho um impacto
Uma sempo demoníaca parece um pacto
Sem montar e desmontar sem precisar de um bak
Se escaldar vai parecer
Até o senhor das árvores
As tuas bagaças no teu carro
Com tripas coração
Eu sou o Django aprisionadoAzarado amaldiçoado, aja as suas mangas, descansar nos pés de um Salgueiro, branquelo sem sal versos neguinho hipertenso, e maculado coração de quem ama primeiro quem armou primeiro fodam-se os pioneiros um bando de velho falando um monte de merda, que irreverência meu bairro não me conhece, conheço até uns que me diziam parceiros (filha da puta) tapinha nas costas, aceito facada, meritocracia só pra quem tiver dinheiro, nos teus 15 graus é muito fácil cuspir barra ( filha da puta ) um nego mais quente calor do Rio de Janeiro, vivo um romance igual Django, porque eu me sinto aprisionado, não to entendendo você fala branco, mil e um manbos quebrando o estado, tenho ficado muito solitário, nós tem o trunfo triunfo velado não dou a mão nem o braço e se me ver é melhor me entupir de bala, boxe de rua dois ou fildo perdendo a fé e me enfiar nesse diálogo, sei que é distinto diferente do catalogo, mas garanto que vai tremer se ouvir estalo porra, pela primeira vez eu viajei pra outro estado fiquei em um prédio grande cheio de gente maluca, nunca vai ser amigo quem te trata como um rato, troquei o inseticida pelo perfume de puta, se afunda, pra ver quem vai lembrar teu nome to vendo quem se esconde e quem vai ser sujeito homem olhar pra si no espelho e enxergar bobo da corte eu fui por muito tempo o causador dos próprios cortes, hoje to preferindo cortar umas amizades, só vai andar comigo quem transbordar de verdade, eu grito pra fuder o ouvido desses otario, deve ser bem difícil ignorar oque eu falo, não ligo pro teu zero nego eu tenho um impacto uma sempo demoníaca parece um pacto, sem montar e desmontar sem precisar de um bak, se escaldar vai parecer até o senhor das árvores, as tuas bagaças no teu carro, com tripas coração eu sou o Django aprisionado