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Comienzo del Fin

Illuhmina

Início do Fim

Não deixe a inveja e a dor
Tomarem conta do teu ser
A luz da manhã se fez para me ver sofrer
Não vou mais te seguir
Com sofrimento de quem deveria sorrir
Me julgue por não jurar amor e plenitude
Corto tuas asas pois tiro o poder que lhe encoraja

Não há, irei tentar, volta não há saída
São só feridas
Construir meu caminho semeando espinhos
Que a tortura seja só o início do fim

Vejo o mestre e admiro o seu esplandecer
Mas se quer saber
Eu odeio ter que viver conforme teu querer
Corto tuas asas, pois tiro o poder que lhe encoraja

Não há, irei tentar, volta não há saída
São só feridas
Construir meu caminho semeando espinhos
Que a tortura seja só o início do fim

Comienzo del Fin

No dejes que la envidia y el dolor
Dominen tu ser
La luz de la mañana se hizo para verme sufrir
Ya no te seguiré
Con el sufrimiento de quien debería sonreír
Júzgame por no jurar amor y plenitud
Corto tus alas porque quito el poder que te anima

No hay, intentaré, no hay vuelta atrás
Son solo heridas
Construiré mi camino sembrando espinas
Que la tortura sea solo el comienzo del fin

Veo al maestro y admiro su esplendor
Pero si quieres saber
Odio tener que vivir según tu voluntad
Corto tus alas, porque quito el poder que te anima

No hay, intentaré, no hay vuelta atrás
Son solo heridas
Construiré mi camino sembrando espinas
Que la tortura sea solo el comienzo del fin

Escrita por: Vinicius Barelle