395px

Samba Enredo 1975 - La Muerte de la Portaestandarte

G.R.E.S. Imperatriz Leopoldinense (RJ)

Samba Enredo 1975 - A Morte da Porta-estandarte

A MORTE DA PORTA-ESTANDARTE

Para que chorar
É tempo de samba com empolgação
Vamos recordar Rosinha
Encantando a multidão
Mulata brejeira
Seu nome uma flor
Empunhava o estandarte
Do bloco Lira do Amor
Era Carnaval (era Carnaval)
A Praça Onze estava em festa
Cantos e toques de clarins
Pandeiros, surdos e tamborins

Lá vem o bloco
E o povo a gritar (bis)

Abram alas minha gente
Deixem a Rosinha passar
No auge da folia
Uma alma em alucinação
"A morte da porta-estandarte"
E o negro sambista pedindo perdão

Ôô ôô
Ao longe um cantar dolente (bis)
Levanta Rosinha, vem sambar
Ela já não está presente


(Pra que chorar...)

Samba Enredo 1975 - La Muerte de la Portaestandarte

LA MUERTE DE LA PORTAESTANDARTE

Por qué llorar
Es tiempo de samba con entusiasmo
Recordemos a Rosinha
Encantando a la multitud
Mulata pícara
Su nombre una flor
Portaba el estandarte
Del bloque Lira do Amor
Era Carnaval (era Carnaval)
La Plaza Once estaba de fiesta
Cantos y toques de clarines
Panderetas, tambores y tamboriles

Allá viene el bloque
Y la gente grita (bis)

Abran paso, mi gente
Dejen pasar a Rosinha
En la cúspide de la alegría
Un alma en alucinación
"La muerte de la portaestandarte"
Y el negro sambista pidiendo perdón

Ôô ôô
A lo lejos un canto doliente (bis)
Levántate Rosinha, ven a sambar
Ella ya no está presente

(¿Por qué llorar...)

Escrita por: Caxambu / Denir / Nelson Lima / Walter Da Imperatriz