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A Entidade Sem Nome

Império DraKing

Hum, hum, Sussurro das Encruzilhadas
Hum, hum, A Entidade Sem Nome

Eu nasci no meio de coroas e juramentos antigos
Tronos de ouro, espadas erguidas e poucos amigos
Conquistei terras, homens, respeito e poder
Fiz o mundo se dobrar ao meu querer

Tive vinho, tive glória, tive exércitos leais
Meu nome ecoava entre os impérios mortais
Tive tudo que um rei podia alcançar
Exércitos, ouro, gente pra me bajular

Fui temido, fui amado, fui símbolo em altar
Mas sozinho eu sempre vinha a me perguntar
Se eu domino o mundo inteiro com a mão
Por que ainda falta algo dentro do coração?

Pai, você tá aí ou é só imaginação?
Essa força que eu sinto atravessando o coração?
Todo mundo fala que existe algo além
Mas por que tua voz responde só poucos também?

Tem noites que eu sinto um fio me puxando
Como se do outro lado alguém estivesse esperando
E então quando eu acordo, tem algo claro na mente
Como se a verdade sempre estivesse presente

Eu sinto uma presença quando fecho o olhar
Um campo invisível que começa a vibrar
Mas quando a dúvida encosta na fé
O silêncio volta pesado, de pé

Pai, por que o senhor quase não fala?
Será que é minha mente que falha?
Ou é porque eu ainda vibro dividido
Querendo resposta sem estar decidido?

Pai, com o tempo entendi onde você mora
No campo vibracional do meu aqui e agora
Nunca foi ausência, sempre foi sintonia
Eu que não sustentava minha energia

Pai, Eu entendi quando parei de exigir!
O universo responde ao que eu emitir!
Se eu planto medo, recebo prisão!
Se eu planto luz, recebo expansão!

Quando eu paro de duvidar e só sinto
Algo sempre responde como instinto
Parece que a chave nunca foi gritar
Era alinhar o peito pra poder escutar

Na minha pele eu reconheci
Que a vibração do Pai começa aqui
O universo só faz refletir
A frequência que eu escolho assumir

Não é intervenção distante não
É ressonância entre Filho e Criação
Quando eu vibro no mesmo tom
O mundo responde em uni som

Cada um carrega o que semeou
Ninguém escapa do que plantou
A alma sempre volta pra ajustar a conta
Reencarna onde a lição confronta

Não adianta culpar o passado
Se o presente continua desalinhado
Quebrar corrente é dever pessoal
Ninguém salva ninguém do próprio astral

Carma de ontem, de gerações
Se resolve com ações e decisões
O universo registra cada intenção
E devolve na mesma vibração

Eu vejo muitos preferindo dormir
Sentem a vibração, mas fingem não sentir
Querem milagre sem transformação
Querem resposta sem mudar o coração

Conectar de verdade sempre dói, porque primeiro
Tem que rasgar as máscaras e orgulho inteiro
Nem todo mundo quer atravessar
O processo que ensina a vibrar

Evoluir exige responsabilidade
Coerência entre fala e verdade
A Fonte responde o tempo inteiro
Mas só entende quem se confronta primeiro

Pai, por que o senhor quase não fala?
Será que é minha mente que falha?
Ou é porque eu ainda vibro dividido
Querendo resposta sem estar decidido?

Pai, com o tempo entendi onde você mora
No campo vibracional do meu aqui e agora
Nunca foi ausência, sempre foi sintonia
Eu que não sustentava minha energia

Pai, Eu entendi quando parei de exigir!
O universo responde ao que eu emitir!
Se eu planto medo, recebo prisão!
Se eu planto luz, recebo expansão!

Quando eu paro de duvidar e só sinto
Algo sempre responde como instinto
Parece que a chave nunca foi gritar
Era alinhar o peito pra poder escutar

Na minha pele eu reconheci
Que a vibração do Pai começa aqui
O universo só faz refletir
A frequência que eu escolho assumir

Não é intervenção distante não
É ressonância entre Filho e Criação
Quando eu vibro no mesmo tom
O mundo responde em uni som