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Pasado Insignificante

Independência

Passado Insignificante

(Homem - Mulher)
Filho da desgraça
Nascido pra sofrer
Conforme os dias passam
Fico mais longe de crer

Filho da desgraça
Nascido pra viver
Forte como uma máquina
Já me acostumei

Conforme o presente se arrasta
Mais desejo de ser
Aquilo que não gasta
O meu precioso tempo sem prazer

Deitado no meio do mar
Aqui eu posso relaxar

Filho do desastre
Tudo que eu toco acaba
Uma obra de arte
É o meu redor sem mais nada

Meu passado não existe
Já apaguei da minha mente
Sempre volta e insiste
Mas eu descarrego no que vier pela frente

Deitado no meio do mar
Aqui eu posso boiar
Confortável, sem ninguém
Aqui eu posso descansar

Impecável estou
Ninguém, nunca, conseguiu me bater
E se conseguiram, não doeu

Quase hora de acordar
Mas sem problemas: Quando eu
Começar a afundar
Vou voltar a sonhar

(Deus)
Filho da perfeição
Nascido pra reinar
Tudo que ele tocasse
Deveria brilhar
Em meio às trevas

Pasado Insignificante

(Hombre - Mujer)
Hijo de la desgracia
Nacido para sufrir
A medida que pasan los días
Me alejo más de creer

Hijo de la desgracia
Nacido para vivir
Fuerte como una máquina
Ya me acostumbré

A medida que el presente se arrastra
Más deseo ser
Aquello que no gasta
Mi precioso tiempo sin placer

Acostado en medio del mar
Aquí puedo relajarme

Hijo del desastre
Todo lo que toco termina
Una obra de arte
Es mi entorno sin nada más

Mi pasado no existe
Ya lo borré de mi mente
Siempre vuelve e insiste
Pero descargo en lo que venga por delante

Acostado en medio del mar
Aquí puedo flotar
Cómodo, sin nadie
Aquí puedo descansar

Impecable estoy
Nadie, nunca, ha logrado vencerme
Y si lo lograron, no dolió

Casi hora de despertar
Pero sin problemas: Cuando yo
Comience a hundirme
Voy a volver a soñar

(Dios)
Hijo de la perfección
Nacido para reinar
Todo lo que él tocara
Debería brillar
En medio de las tinieblas

Escrita por: Bruno Henrique Schappo Santos