O Pó, a Arte e o Sofrer
Aquilo que você me deu acabou de queimar
A fumaça preta sumiu e não me fez chorar
Ver como vou cair para mim pra se sentir um verme e não um homem,
Mas eu não vou me viciar assim
Diante o tempo apaga as letras e seu nome isso de seu nome isso se isso é um livro e quem escreve sou eu,
Quem escreve sou eu!
As ruínas abriram um buraco em meu peito
E me deixando esperar
Me deixou sozinho em meu leito
Você é como cocaína para mim
Faz me sentir um verme e não um homem,
Mas eu não vou me viciar assim
Diante o tempo apaga as letras e seu nome isso de seu nome isso se isso é um livro e quem escreve sou eu,
Quem escreve sou eu!
Dilata! Mutila!
Dilata! Mutila!
Cê sabe que eu gosto
Você sabe eu aposto
Me mata! Extermina!
Deixe as paredes de concreto
E você que isso é um adeus!
El Polvo, el Arte y el Sufrir
Aquello que me diste acaba de quemar
El humo negro se disipó y no me hizo llorar
Ver cómo voy a caer para mí para sentirme un gusano y no un hombre,
Pero no me voy a enganchar así
Ante el tiempo borra las letras y tu nombre, esto de tu nombre, esto si esto es un libro y quien escribe soy yo,
¡Quien escribe soy yo!
Las ruinas abrieron un agujero en mi pecho
Y me dejaron esperar
Me dejaron solo en mi lecho
Eres como cocaína para mí
Me haces sentir un gusano y no un hombre,
Pero no me voy a enganchar así
Ante el tiempo borra las letras y tu nombre, esto de tu nombre, esto si esto es un libro y quien escribe soy yo,
¡Quien escribe soy yo!
¡Dilata! ¡Mutila!
¡Dilata! ¡Mutila!
Tú sabes que me gusta
Tú sabes, yo apuesto
¡Mátame! ¡Extermina!
Deja las paredes de concreto
Y tú, ¡esto es un adiós!