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La basura de la vida

Invasores De Cérebros

Porra De Vida

Você que mora em favelas, em habitações subumanas
Paga aluguel, agua e luz e não tem o que comer
Levanta 5 da manha, onibus lotado, trem apertado
Trabalho o mês inteiro, dá um duro danado
Você não ganha nada

Porra de vida, porra de vida, porra de vida
Você não vale merda nenhuma

Eu não sei o que se passa comigo
Eu so sei que perco o juízo
Quando sinto no meu peito a revolta explodindo
Entre muitos a pobreza é tão grande
Entre poucos a riqueza é gigante
È tão triste descobrir que você nasceu pra perder

Porra de vida, porra de vida, porra de vida
Você não vale merda nenhuma

Eu não sei o que se passa comigo
Eu so sei que perco o juízo
Quando sinto no meu peito a revolta explodindo
Entre muitos a pobreza é tão grande
Entre poucos a riqueza é gigante
È tão triste descobrir que você nasceu pra se fuder

Porra de vida, porra de vida, porra de vida
Você não vale merda nenhuma

La basura de la vida

Vosotros que habitáis en barrios marginales, en viviendas infrahumanas
Pagar alquiler, agua y electricidad y no tener nada que comer
Levántate a las 5 de la mañana, autobús lleno, tren apretado
Trabajo todo el mes, trabajo duro
No tienes nada

Maldita vida, maldita vida, maldita vida
No vales nada

No sé qué me pasa
Sólo sé que pierdo la cabeza
Cuando siento en mi pecho la revuelta explotando
Entre muchos la pobreza es tan grande
Entre los pocos, la riqueza es gigante
Es tan triste saber que naciste para perder

Maldita vida, maldita vida, maldita vida
No vales nada

No sé qué me pasa
Sólo sé que pierdo la cabeza
Cuando siento en mi pecho la revuelta explotando
Entre muchos la pobreza es tan grande
Entre los pocos, la riqueza es gigante
Es tan triste saber que naciste para joderte

Maldita vida, maldita vida, maldita vida
No vales nada

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