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Viernes 13

Invasores de Tumbas

Sexta-Feira

Sexta-feira 13, meia noite
Já afiei a minha foice, chega a hora de caçar
E o medo que inunda essa cidade
É o alimento pra maldade no meu peito a pulsar

Não vai haver perdão (não!)
Não vai haver piedade (não!)
A minha vingança é a minha lei
E a minha lei é crueldade

Cabeças apodrecem em minha casa
Decorando minha sala, o que mais posso querer?
Só o copo do seu sangue bem quentinho
Pra eu tomar aqui sozinho assistindo a minha tv

Não vai haver perdão (não!)
Não vai haver piedade (não!)
A minha vingança é a minha lei
E a minha lei é crueldade

Matando e mutilando é assim que eu vou seguir
Ver seu sangue jorrando me fazendo então sorrir
Toda perversidade que em minha mente se escondia
Explodo na sua cara como dor e agonia

Viernes 13

Viernes 13, medianoche
Ya afilé mi guadaña, es hora de cazar
Y el miedo que inunda esta ciudad
Es el alimento para la maldad que late en mi pecho

No habrá perdón (¡no!)
No habrá piedad (¡no!)
Mi venganza es mi ley
Y mi ley es la crueldad

Cabezas podridas en mi casa
Decorando mi sala, ¿qué más puedo desear?
Solo el vaso de tu sangre bien calentita
Para beber aquí solo viendo mi tele

No habrá perdón (¡no!)
No habrá piedad (¡no!)
Mi venganza es mi ley
Y mi ley es la crueldad

Matando y mutilando es así como seguiré
Ver tu sangre brotando me hace entonces sonreír
Toda la perversidad que se escondía en mi mente
Explota en tu cara como dolor y agonía

Escrita por: Sé Andrade