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Correo de Iguape

Irmãs Castro

Correio de Iguape

O correio de Iguape
Que chegava à Cananeia
Namorava uma índia
Lá na serra da Jureia

Saía de São Vicente
Nem ligava pra maré
Praia Grande, Peruíbe
Percorria tudo a pé
Praia Grande, Peruíbe
Percorria tudo a pé

Mas chegando na Jureia
Pelas nuvens se escondia
Só por causa desta índia
Do correio se esquecia

Certa vez na primavera
Nem chegou à Cananeia
Dizem que ficou pra sempre
Lá na serra da Jureia
Dizem que ficou pra sempre
Lá na serra da Jureia

Mas chegando na Jureia
Pelas nuvens se escondia
Só por causa desta índia
Do correio se esquecia

Certa vez na primavera
Nem chegou à Cananeia
Dizem que ficou pra sempre
Lá na serra da Jureia
Dizem que ficou pra sempre
Lá na serra da Jureia

Correo de Iguape

El correo de Iguape
Que llegaba a Cananeia
Andaba de novio con una india
Allá en la sierra de Jureia

Salía de São Vicente
Ni le importaba la marea
Praia Grande, Peruíbe
Recorría todo a pie
Praia Grande, Peruíbe
Recorría todo a pie

Pero al llegar a Jureia
Se escondía entre las nubes
Solo por causa de esta india
Se olvidaba del correo

Una vez en primavera
Ni siquiera llegó a Cananeia
Dicen que se quedó para siempre
Allá en la sierra de Jureia
Dicen que se quedó para siempre
Allá en la sierra de Jureia

Pero al llegar a Jureia
Se escondía entre las nubes
Solo por causa de esta india
Se olvidaba del correo

Una vez en primavera
Ni siquiera llegó a Cananeia
Dicen que se quedó para siempre
Allá en la sierra de Jureia
Dicen que se quedó para siempre
Allá en la sierra de Jureia

Escrita por: Antonio Bueno / Ernesto Itanhaém