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Es Demasiado Doloroso

Irmãs Freitas

É Doído Demais

Você me nega até mesmo um olhar
Eu feito louca ainda insisto em te querer
Todos percebem, já não dá pra disfarçar
Estou perdida e não me encontro sem você

Ando sozinha procurando pela casa
Qualquer motivo que me faça entender
A sua ausência me castiga, me maltrata
Você não chega e essa demora me mata
Eu não desisto e faço tudo pra não te perder

É doído demais
Te esperar de corpo, alma e peito aberto
Te desejar e você não estar por perto
Passar as noites sem tocar o corpo seu

É doído demais
Deixar a porta encostada e você não chegar
Deixar a cama arrumada e você não deitar
Mais uma vez você marcou e não apareceu

Ando sozinha procurando pela casa
Qualquer motivo que me faça entender
A sua ausência me castiga, me maltrata
Você não chega e essa demora me mata
Eu não desisto e faço tudo pra não te perder

É doído demais
Te esperar de corpo, alma e peito aberto
Te desejar e você não estar por perto
Passar as noites sem tocar o corpo seu

É doído demais
Deixar a porta encostada e você não chegar
Deixar a cama arrumada e você não deitar
Mais uma vez você marcou e não apareceu

Es Demasiado Doloroso

Me niegas hasta una mirada
Como una loca, aún insisto en quererte
Todos lo notan, ya no puedo disimular
Estoy perdida y no me encuentro sin ti

Caminando sola buscando por la casa
Cualquier razón que me haga entender
Tu ausencia me castiga, me maltrata
No llegas y esta demora me mata
No me rindo e hago todo para no perderte

Es demasiado doloroso
Esperarte con cuerpo, alma y pecho abierto
Desearte y que no estés cerca
Pasar las noches sin tocar tu cuerpo

Es demasiado doloroso
Dejar la puerta entreabierta y que no llegues
Hacer la cama y que no te acuestes
Una vez más marcaste y no apareciste

Caminando sola buscando por la casa
Cualquier razón que me haga entender
Tu ausencia me castiga, me maltrata
No llegas y esta demora me mata
No me rindo e hago todo para no perderte

Es demasiado doloroso
Esperarte con cuerpo, alma y pecho abierto
Desearte y que no estés cerca
Pasar las noches sin tocar tu cuerpo

Es demasiado doloroso
Dejar la puerta entreabierta y que no llegues
Hacer la cama y que no te acuestes
Una vez más marcaste y no apareciste

Escrita por: Fátima Leão / Zezé Di Camargo