É Doído Demais
Você me nega até mesmo um olhar
Eu feito louca ainda insisto em te querer
Todos percebem, já não dá pra disfarçar
Estou perdida e não me encontro sem você
Ando sozinha procurando pela casa
Qualquer motivo que me faça entender
A sua ausência me castiga, me maltrata
Você não chega e essa demora me mata
Eu não desisto e faço tudo pra não te perder
É doído demais
Te esperar de corpo, alma e peito aberto
Te desejar e você não estar por perto
Passar as noites sem tocar o corpo seu
É doído demais
Deixar a porta encostada e você não chegar
Deixar a cama arrumada e você não deitar
Mais uma vez você marcou e não apareceu
Ando sozinha procurando pela casa
Qualquer motivo que me faça entender
A sua ausência me castiga, me maltrata
Você não chega e essa demora me mata
Eu não desisto e faço tudo pra não te perder
É doído demais
Te esperar de corpo, alma e peito aberto
Te desejar e você não estar por perto
Passar as noites sem tocar o corpo seu
É doído demais
Deixar a porta encostada e você não chegar
Deixar a cama arrumada e você não deitar
Mais uma vez você marcou e não apareceu
Es Demasiado Doloroso
Me niegas hasta una mirada
Como una loca, aún insisto en quererte
Todos lo notan, ya no puedo disimular
Estoy perdida y no me encuentro sin ti
Caminando sola buscando por la casa
Cualquier razón que me haga entender
Tu ausencia me castiga, me maltrata
No llegas y esta demora me mata
No me rindo e hago todo para no perderte
Es demasiado doloroso
Esperarte con cuerpo, alma y pecho abierto
Desearte y que no estés cerca
Pasar las noches sin tocar tu cuerpo
Es demasiado doloroso
Dejar la puerta entreabierta y que no llegues
Hacer la cama y que no te acuestes
Una vez más marcaste y no apareciste
Caminando sola buscando por la casa
Cualquier razón que me haga entender
Tu ausencia me castiga, me maltrata
No llegas y esta demora me mata
No me rindo e hago todo para no perderte
Es demasiado doloroso
Esperarte con cuerpo, alma y pecho abierto
Desearte y que no estés cerca
Pasar las noches sin tocar tu cuerpo
Es demasiado doloroso
Dejar la puerta entreabierta y que no llegues
Hacer la cama y que no te acuestes
Una vez más marcaste y no apareciste
Escrita por: Fátima Leão / Zezé Di Camargo