Vaidade
Vivemos achando que somos eternos aqui
A gente faz planos sempre tão incertos
Não somos invencíveis, ao contrário
Somos tão sensíveis, somos tão sensíveis
Fomos ensinados a viver até cansar
Correndo atrás do vento enquanto a vida passa
Vaidade, tudo é vaidade
Não deixe-se enganar
E eu vou enquanto é tempo lembrar
Do criador, enquanto jovem eu for
Ah, a-a-a-ah, ah
Ah, a-a-a-ah, ah
Antes que fechem-se cortinas
O silêncio impere, as luzes apaguem
Antes que canções emudeçam
E não me encantem mais, vou me lembrar
Antes que o sol escureça
Suma o brilho das estrelas e da lua
Antes de ter medo de altura
Do perigo da rua, vou me lembrar
Vanidad
Vivimos pensando que somos eternos aquí
Siempre hacemos planes tan inciertos
No somos invencibles, al contrario
Somos tan sensibles, somos tan sensibles
Nos enseñaron a vivir hasta cansarnos
Persiguiendo el viento mientras la vida pasa
Vanidad, todo es vanidad
No te dejes engañar
Y mientras haya tiempo recordaré
Al Creador, mientras sea joven
Ah, a-a-a-ah, ah
Ah, a-a-a-ah, ah
Antes de que se cierren las cortinas
Que reine el silencio, que se apaguen las luces
Antes de que las canciones se callen
Y ya no me encanten, recordaré
Antes de que el sol se oscurezca
Desaparezca el brillo de las estrellas y de la luna
Antes de tener miedo a las alturas
Del peligro de la calle, recordaré
Escrita por: Isabel Balderramas