Não
E a viagem de trazer de volta é tão triste
De pensar em duvidar da vida que resiste
As flores, rios, florestas, céus e tudo que ainda vive
Não, não, não, não quero viver assim em vão
Não, não, não
De te abraçar, imaginar como você não vem
De contemplar toda a leveza que ainda tem
Os olhos fecham, o medo aperta e a tristeza insiste
Não, não, não, não quero viver assim em vão
Não, não, não
E a cozinha ficou
Sofazinho empoeirou
E os quadros ficaram pra mim
E a casinha ficou
Até o telhado chorou
E a falta ficou só pra mim
No
Y el viaje de traer de vuelta es tan triste
De pensar en dudar de la vida que persiste
Las flores, ríos, bosques, cielos y todo lo que aún vive
No, no, no, no quiero vivir así en vano
No, no, no
Abrazarte, imaginar cómo no vienes
Contemplar toda la ligereza que aún queda
Los ojos se cierran, el miedo aprieta y la tristeza insiste
No, no, no, no quiero vivir así en vano
No, no, no
Y la cocina quedó
El sofá se empolvó
Y los cuadros se quedaron para mí
Y la casita quedó
Hasta el techo lloró
Y la ausencia quedó solo para mí
Escrita por: Israel Filipe