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Buen criollo

Itamar Assumpção

Bom Crioulo

Bate, crioulo, bate
Bate no seu tambor
Bate, crioulo, bate
Bate no seu tambor

Bate, crioulo, bate
Bate no seu tambor
Bate, crioulo, bate
Bate no seu tambor

Nunca fez uma arruaça
Não sabe ser valentão
Mas não nega sua raça
Quando pega o violão

Tira o verso pra mulata
Que foi pra roda sambar
E a mulata quando samba
Depois eu vou te contar
Chega pra lá

Bate, crioulo, bate
Bate no seu tambor
Bate, crioulo, bate
Bate no seu tambor

Bom crioulo na escola
Carteia e joga de mão
Tem o samba na cachola
E a mulher no coração

Dizem que Mariazinha
É o xodó que ele tem
Mas nunca perdeu a linha
Na escola pra ninguém

Dizem que o bom crioulo
No samba é professor
Bate, crioulo, bate
Bate no seu tambor

Nunca fez uma arruaça
Não sabe ser valentão
Mas não nega sua raça
Quando pega o violão

Dizem que Mariazinha
É o xodó que ele tem
Mas nunca perdeu a linha
Na escola pra ninguém
Não lhe convém

Bate, crioulo, bate
Bate no seu tambor
Bate, crioulo, bate
Bate no seu tambor

Bate, bate, bate, bate
Bate no seu tambor
Bate, crioulo, bate
Bate no seu tambor

Bate, bate, bate, bate
Bate no seu tambor
Bate, crioulo, bate
Bate no seu tambor

Bate, bate, bate, bate
Bate no seu tambor
Bate, crioulo, bate
Bate no seu tambor

Buen criollo

Golpea, negro, golpea
Toca tu tambor
Golpea, negro, golpea
Toca tu tambor

Golpea, negro, golpea
Toca tu tambor
Golpea, negro, golpea
Toca tu tambor

Nunca hice un escándalo
Él no sabe cómo ser un matón
Pero él no niega su raza
Cuando coges la guitarra

Llevale el verso a la mulata
Eso fue al círculo de samba
Y la mulata cuando baila samba
Te lo cuento más tarde
Moverse

Golpea, negro, golpea
Toca tu tambor
Golpea, negro, golpea
Toca tu tambor

Buen criollo en la escuela
Cartas y juegos de manos
Tiene samba en la cabeza
Y la mujer en el corazón

Dicen que Mariazinha
Es el cariño que tiene
Pero nunca perdí la línea
En la escuela para nadie

Dicen que el buen criollo
En samba es maestro
Golpea, negro, golpea
Toca tu tambor

Nunca hice un escándalo
Él no sabe cómo ser un matón
Pero él no niega su raza
Cuando coges la guitarra

Dicen que Mariazinha
Es el cariño que tiene
Pero nunca perdí la línea
En la escuela para nadie
No te conviene

Golpea, negro, golpea
Toca tu tambor
Golpea, negro, golpea
Toca tu tambor

Toc, toc, toc, toc
Toca tu tambor
Golpea, negro, golpea
Toca tu tambor

Toc, toc, toc, toc
Toca tu tambor
Golpea, negro, golpea
Toca tu tambor

Toc, toc, toc, toc
Toca tu tambor
Golpea, negro, golpea
Toca tu tambor

Escrita por: Ataulfo Alves