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Nostalgia

Iuri Andrade

Saudade

Ô, saudade
Que bate sem a gente querer
E tras essa vontade
Que invade e a gente faz o que faz, sem saber
Eu sei, é tarde
Mas, talvez, por um milagre, dessa vez você possa querer

Dizê:
"Eu te amo e tanto faz tudo aquilo que passou
Nossos planos nunca mais serão sonhos sonhados em vão"

Ê, coragem
Que falta e na hora eu dano a ga-gaguejar
É bobagem
Achar que essa linha nunca vai se aprumar

Pra dizermos nós
"_Esses menino tão demais, não nos deixam adormecer
_Vejo que puxaram o pai
_Mas, não esqueça dessa vez é você"

Mesmo que digas "jamais", eu pergunto a você
Se sem amor , nem magoas mais, por que teimas em não me ver?

Nostalgia

Oh, nostalgia
Que golpea sin que uno lo desee
Y trae consigo ese deseo
Que invade y nos hace hacer lo que hacemos, sin saber
Yo sé, es tarde
Pero, tal vez, por un milagro, esta vez puedas querer

Di:
"Te amo y poco importa todo lo que pasó
Nuestros planes nunca más serán sueños soñados en vano"

Eh, valentía
Que falta y en el momento me pongo a tartamudear
Es una tontería
Pensar que esta línea nunca se enderezará

Para decirnos a nosotros
"Estos chicos son increíbles, no nos dejan dormir
Veo que sacaron al padre
Pero, no olvides que esta vez eres tú"

Aunque digas 'jamás', te pregunto a ti
Si sin amor, ni rencores más, ¿por qué te empeñas en no verme?

Escrita por: Iuri Andrade