Belo Horizonte
Algum tempo atrás, me lembro,
Teu jeito acanhado de ser...
Tantas travessuras e alardes
Libertando em tua idade...
Mas fostes no tempo vaidosa em crescer
Deixando a ternura de ser.
O canto das Minas e a voz das Gerais,
A dama de teus arraiais...!
Eu bem te avisei do Curral,
Das serras, e de todo o arraial...
Mas como o tempo não paga prá ver,
Não és mais Cidade Jardim.
E temos ainda um acorde final
De um Belo Horizonte morrer...!
Belo Horizonte
Hace algún tiempo, recuerdo,
Tu manera tímida de ser...
Tantas travesuras y alardes
Liberando en tu juventud...
Pero fuiste vanidosa al crecer en el tiempo
Dejando atrás la ternura de ser.
El canto de Minas y la voz de Gerais,
La dama de tus arrabales...!
Te advertí sobre el Curral,
Las montañas, y todo el arrabal...
Pero como el tiempo no espera para ver,
Ya no eres la Ciudad Jardín.
Y aún tenemos un acorde final
De un Belo Horizonte morir...!
Escrita por: Ivaldo Moreira