Soberana Rosa
Tá na cara
Que é você e era
Mansa que se afera
De repente já
Sagarana
Soberana rosa
É romã, amora
Pra romancear
Doce-amara
Fogo em cachoeira
Água que queima
Que dá cheiro ao chá
Nave rara
Voa branco, garça
Voa lento, rasa
Pra se assenhorar
Rosa Soberana
Está en la cara
Que eras tú
Manso que se aferra
De repente ya
Sagarana
Rosa soberana
Es granada, mora
Para enamorar
Dulce-amarga
Fuego en cascada
Agua que quema
Que da aroma al té
Nave rara
Vuela blanco, garza
Vuela lento, rasante
Para apoderarse
Escrita por: Ivan Lins / Vitor Martins