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Cervezas Populares

Ive Seixas

Cervejas Polulares

É assim, acontece num átimo
Eu enxergo em tudo qualquer outra intenção
Mas essa mágoa é água que passa por aqui
Me moldando o leito pra solidão
Então nada feito

Chorei, na beira do rio
Pra lágrima cair na água e ir embora
Chorei ao me segurar por um fio
Pra seguir crendo a pesar do vazio

Quantas vezes vou ter que me dizer isso
Pra me livrar disso mas disso não se livra
Faço uma cena pra ninguém ver
Me agarro na primeira corda que alguém jogar
Mesmo que seja pra me enforcar

Como é que eu fui chegar até aqui
E agora,com é que eu vou seguir
Mesmo encarando de frente ou desviado as vezes
O que é que eu vou fazer com as semanas que viraram meses?
Isso é o que eu vou fazer

Cervezas Populares

Así es, sucede en un instante
Veo en todo otra intención
Pero esta amargura es agua que pasa por aquí
Moldeando mi lecho hacia la soledad
Entonces, nada hecho

Lloré en la orilla del río
Para que la lágrima caiga al agua y se vaya
Lloré al sostenerme por un hilo
Para seguir creyendo a pesar del vacío

¿Cuántas veces tendré que decirme esto?
Para librarme de esto, pero de esto no se libra
Hago una escena para que nadie vea
Me agarro a la primera cuerda que alguien lance
Aunque sea para ahorcarme

¿Cómo llegué hasta aquí?
Y ahora, ¿cómo seguiré?
Enfrentando de frente o desviado a veces
¿Qué haré con las semanas que se convirtieron en meses?
Eso es lo que haré

Escrita por: Ive Seixas