Veneno na Boca
Tua boca escorre a baba, um gole
Minha sede te olha em vem
Por dentro apavora tentando ir embora
Sabendo do gosto que tem
Que seu beijo não era farsa
Era teu jeito novo de me mandar calar
Minha boca não disfarça
Não sou obrigado a aceitar
Teu doce veneno na boca
Cê trouxe veneno na boca, para me dar
Doce veneno na boca
Cê trouxe veneno na boca, para me dar
Falei tua boca não cumpre o prometido
O que teu beijo me reserva é diferente de carinho
Eu sei que escorre, mas não é meu alívio
E eu sei quem corre com todo o prejuízo
Quando tua boca escorre a baba, um gole
Minha sede te olha em vem
Por dentro apavora tentando ir embora
Sabendo do gosto que tem
Que seu beijo não era farsa
Era teu jeito novo de me mandar calar
Minha boca não disfarça
Não sou obrigado a aceitar
Teu doce veneno na boca
Cê trouxe veneno na boca, para me dar
Doce veneno na boca
Cê trouxe veneno na boca, para me dar
Para me dar, para me dar, para me dar, para me dar
Veneno en la boca
Tu boca gotea la baba, un sorbo
Mi sed te mira en venir
Adentro, estás aterrorizado tratando de irte
Sabiendo el sabor que tienes
Que tu beso no era una farsa
Era tu nueva forma de decirme que me callara
Mi boca no se disfraza
No estoy obligado a aceptar
Tu dulce veneno en tu boca
Trajiste veneno en tu boca para darme
Dulce veneno en la boca
Trajiste veneno en tu boca para darme
Yo hablo tu boca no cumple tu promesa
Lo que tu beso me sostiene es diferente del afecto
Sé que gotea, pero no es mi alivio
Y sé quién corre con todas las pérdidas
Cuando tu boca gotea la baba, un sorbo
Mi sed te mira en venir
Adentro, estás aterrorizado tratando de irte
Sabiendo el sabor que tienes
Que tu beso no era una farsa
Era tu nueva forma de decirme que me callara
Mi boca no se disfraza
No estoy obligado a aceptar
Tu dulce veneno en tu boca
Trajiste veneno en tu boca para darme
Dulce veneno en la boca
Trajiste veneno en tu boca para darme
Para darme, para darme, para darme, para darme, para darme
Escrita por: Murilo Jacintho