Nem Vem Que Não Tem
Num sei quem foi que disse que num sei aonde
Viu você com num sei quem fazendo num sei o que
E agora você vem chegando num sei de onde
Cheia de num sei o que, contando o que lhe convém
Dizendo que nem conhece esse tal de num sei quem
Nem vem, nem vem que não tem
Pois eu não sou saco de carga
Das mentiras de ninguém
Vou me mandar, vou deixar você de lado
Mas você tenha cuidado
Para não cair no poço
Vou me arranjar que eu não sou boi de carro
Pra você montar a canga e se escanchar no meu pescoço
Nem vem, nem que não tem
Pois eu não sou saco de carga
Das mentiras de ninguém
No Vengas Que No Hay
No sé quién dijo que no sé a dónde
Te vi con no sé quién haciendo no sé qué
Y ahora vienes llegando no sé de dónde
Llena de no sé qué, contando lo que te conviene
Diciendo que ni conoces a ese tal no sé quién
No vengas, no vengas que no hay
Porque no soy un saco de carga
De las mentiras de nadie
Me voy a ir, te dejaré de lado
Pero ten cuidado
Para no caer en el pozo
Me las arreglaré, no soy un buey de carro
Para que te subas al yugo y te estires en mi cuello
No vengas, no hay
Porque no soy un saco de carga
De las mentiras de nadie
Escrita por: Jose Orlando