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Seguro Morreu de Velho

Jackson do Pandeiro

Seguro Morreu de Velho

Seguro morreu de velho
Desconfiado ainda vive
Acordei apavorado
Com o sonho que eu tive
Sonhei que a minha cabrocha
Que é viva como um açougue
Dava bola pra seu rocha
O português do açougue

Que é coco não tem vez
Eu sei que a carne é fraca
Na mão desse português
Até o boi vira vaca
Vou usar de picardia
Eu já sei que ele é
Serve osso a freguesia
Mais gosta dum bom filé

Seguro Morreu de Velho

Seguro murió de viejo
Desconfiado aún vive
Desperté aterrorizado
Con el sueño que tuve
Soñé que mi chica
Que es viva como una carnicería
Le daba bola a su rocha
El portugués de la carnicería

Que el coco no tiene oportunidad
Sé que la carne es débil
En las manos de este portugués
Hasta el toro se convierte en vaca
Voy a usar la astucia
Ya sé cómo es él
Sirve hueso a la clientela
Pero prefiere un buen filete

Escrita por: Manezinho Araújo / Rubens Machado