encosto
Ele só diz coisas que eu não gostaria de ouvir
E ousa me dizer o que vestir, pra onde ir
Tem fome de controlar o que puder comprar
Troca a alma por caviar
Cuidado com o que assinar
Não vejo luz, não vejo graça, não vejo nada
Quando olho no fundo do olho
Não passa de uma mágoa falsa
Preso na sua própria fumaça
Não vai conseguir sujar minha alma, não
Não vou me deixar levar
Pode até se rastejar, me ameaçar
Não sou de fingir, vai ter que me engolir
Ele me diz coisas que ninguém gostaria de ouvir
Insiste em persistir, me oprimir, diminuir
Tenta me petrificar pra caber num altar
No fundo daquele olhar ele quer me acorrentar
Não vejo luz, não vejo graça, não vejo nada
Quando olho no fundo do olho
Não passa de uma mágoa falsa
Preso na sua própria fumaça
Não vai conseguir sujar minha alma, não
Não vou me deixar levar
Pode até se rastejar, me ameaçar
Não sou de fingir, vai ter que me engolir
Encosto
Él solo dice cosas que no me gustaría escuchar
Y se atreve a decirme qué vestir, a dónde ir
Tiene hambre de controlar lo que pueda comprar
Cambia el alma por caviar
Cuidado con lo que firmar
No veo luz, no veo gracia, no veo nada
Cuando miro en el fondo del ojo
No es más que una falsa amargura
Atrapado en su propio humo
No va a lograr ensuciar mi alma, no
No me dejaré llevar
Puede incluso arrastrarse, amenazarme
No finjo, tendrá que tragarme
Él me dice cosas que nadie querría escuchar
Insiste en persistir, oprimirme, disminuirme
Intenta petrificarme para encajar en un altar
En el fondo de esa mirada quiere encadenarme
No veo luz, no veo gracia, no veo nada
Cuando miro en el fondo del ojo
No es más que una falsa amargura
Atrapado en su propio humo
No va a lograr ensuciar mi alma, no
No me dejaré llevar
Puede incluso arrastrarse, amenazarme
No finjo, tendrá que tragarme
Escrita por: Jade Baraldo