CHAPÉU DE PALHA
CHAPÉU DE PALHA
Chapéu de palha, quantas vezes tão presente, hoje oçê tá ausente, das noitadas do galpão; naquelas noites as mocinhas ti usava, nos bailes que nóis dançavam ao clarão do lampião.
Chapéu de palha, quanta saudade me trás, tempos que não voltam mais, dias que não voltam não; meu coração fica doente de saudade, de saudade do passado, noitadas que não volta não.
Chapéu de palha, hoje eu estou sozinho, sem amor e sem carinho, com saudade de você; nesta cidade onde eu estou morando, os anos se vão passando, e eu não consigo viver.
To indo embora, pra viver lá na fazenda, onde meu chapéu de palha está guardado no paió; meu coração está doente de saudade, saudade do chapéu de palha, que ficou ali tão só.
SOMBRERO DE PAJA
SOMBRERO DE PAJA
Sombrero de paja, cuántas veces tan presente, hoy tú estás ausente, de las noches del galpón; en esas noches las chicas te usaban, en los bailes que bailábamos a la luz del farol.
Sombrero de paja, cuánta nostalgia me trae, tiempos que no vuelven más, días que no vuelven no; mi corazón se enferma de nostalgia, de nostalgia del pasado, noches que no vuelven no.
Sombrero de paja, hoy estoy solo, sin amor y sin cariño, con nostalgia de ti; en esta ciudad donde estoy viviendo, los años van pasando, y no logro vivir.
Me voy, a vivir en la finca, donde mi sombrero de paja está guardado en el paiol; mi corazón está enfermo de nostalgia, nostalgia del sombrero de paja, que quedó allí tan solo.
Escrita por: Jallapão Do Brasil