Vida de Boi
VIDA DE BOI
CORO
Uou, uou, uou, uou, vida de boi, e de boiada, levanta cedo e de madrugada, põe o pé na estrada, e vão viajar.
Uou, uou, uou uou; vida de peão, não tem jeito não, pois a solidão, no seu coração, seja no estradão vive a machucar,
ei ia.
Já no anoitecer a lua e minha viola, elas me consola, pois já não estou só, se a solidão aperta desato esse nó e canto uma canção; os meus companheiros também são tropeiros, lá no paradeiro aplaudem este peão, seja na cidade ou lá no sertão eu vivo a cantar, ei iá
E na lua cheia descalço na areia, na beira do mar eu vivo a recordar, daquela donzela que eu vi na janela estava a me acenar; nesta comitiva eu sigo a minha estrada, pois minha namorada é minha viola, em qualquer lugar lhe abraço e lhe beijo, sim com ela eu choro, ei ia.
Vida de Toro
VIDA DE TORO
CORO
Uou, uou, uou, uou, vida de toro, y de manada, se levantan temprano y al amanecer, ponen el pie en el camino, y van a viajar.
Uou, uou, uou, uou; vida de peón, no hay manera, porque la soledad, en su corazón, sea en el camino vive lastimando,
ei ia.
Ya al anochecer la luna y mi guitarra, me consuelan, porque ya no estoy solo, si la soledad aprieta desato este nudo y canto una canción; mis compañeros también son arrieros, allá en el paradero aplauden a este peón, sea en la ciudad o allá en el campo yo vivo cantando, ei iá
Y en la luna llena descalzo en la arena, en la orilla del mar yo vivo recordando, a aquella doncella que vi en la ventana estaba saludándome; en esta comitiva sigo mi camino, porque mi novia es mi guitarra, en cualquier lugar la abrazo y la beso, sí con ella lloro, ei ia.
Escrita por: Jallapão Do Brasil