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Recuerdo

Jallapão do Brasil

Recordação

Recordação

Hoje eu voltei lá na fazenda onde eu morava, a saudade apertava no meu peito de dar dó; vi toda traia que eu usava abandonada, senti um pouco de mágoa, eu chorei senti tão só.

Refrão

Carro de boi, meu gibão abandonado, meu casaco pendurado, lá no fundo do galpão; ainda me lembro de todos os meus bois carreiros, meu berrante companheiro que eu usava no sertão.

Sentei um pouco e meditar nos tempos idos, meu ego ficou ferido por nada poder fazer; pedi a deus que lá do céu de mim lembrasse, se aqueles bons tempos voltasse e se eu pudesse os reviver.

Diante de mim como que um filme se passou, meu vizinho inda me lembrou de detalhes que eu esqueci; do meu chapéu de palha que eu tanto gostava, e a guaiaca pendurada, só deus sabe o que eu senti.

Recuerdo

Recuerdo

Hoy volví a la finca donde vivía, la nostalgia apretaba en mi pecho daba lástima; vi toda la ropa que usaba abandonada, sentí un poco de amargura, lloré y me sentí tan solo.

Coro

Carreta de bueyes, mi chaleco abandonado, mi abrigo colgado, allá al fondo del galpón; aún recuerdo a todos mis bueyes carreteros, mi berrante compañero que usaba en el campo.

Me senté un rato a meditar en los tiempos pasados, mi ego quedó herido por no poder hacer nada; le pedí a Dios que desde el cielo se acordara de mí, si aquellos buenos tiempos volvieran y pudiera revivirlos.

Ante mí como si fuera una película se pasó, mi vecino aún me recordó detalles que olvidé; de mi sombrero de paja que tanto me gustaba, y la riñonera colgada, solo Dios sabe lo que sentí.

Escrita por: Jallapão Do Brasil