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Nadie vio

Jana de Paula

Ninguém Viu

Ninguém viu quando as portas se fecharam
Ninguém viu quando o choro disfarçou
Acreditou sem ver o resultado
Foi provado pra ser aprovado
Ninguém viu quando o tempo te cansou
Ninguém viu quando o rio secou
Teu sorriso no caminho se perdeu
Quando saiu de cena só pra conversar com Deus
Ninguém viu quando o mar não se abriu
Ninguém viu quando a multidão não te ouviu
Mas foi no anonimato onde eu cresci, ouvindo Deus falar pra mim

Eu te vi perdendo pra poder ganhar
Eu te vi descendo pra poder crescer
Enquanto cuidava das ovelhas, eu cuidava de você
Eu derramei minha graça pra você cantar
Eu te enchi de forças pra me adorar
Eu te levantei para poder profetizar
Que os ossos secos viverão
E hoje aqui ouça Deus dizendo assim

Eu cheguei pode descansar
Feridas abertas eu irei sarar
Coração aflito irei alegrar
Se estiver caído vou te levantar
Lá na tua casa hoje tem milagre
Na tua família tem libertação
Se não sente mais a minha glória
Renovação sinta aí agora
Agora, agora, agora, agora
Receba ousadia
E o toque da minhas mãos
Seja agora transbordado com minha unção, agora

Eu cheguei pode descansar
Feridas abertas eu irei sarar
Coração aflito irei alegrar
Se estiver caído vou te levantar
Lá na tua casa hoje tem milagre
Na tua família tem libertação
Se não sente mais a minha glória

Renovação sinta aí agora
Agora, agora, agora, agora
Receba ousadia
E o toque da minhas mãos
Seja agora transbordado com minha unção
Seja cheio agora, batizado agora, curado agora
Renovado agora, transformado agora, tem vitória agora
Sinta minha presença aí agora!

Eu nunca me esqueci de você
Lembro de cada detalhe desde quando nasceu
Ninguém te viu, mas quem te viu fui eu

Nadie vio

Nadie vio cuándo se cerraron las puertas
Nadie vio cuándo el llanto se disfrazó
Creía sin ver el resultado
Se demostró que estaba aprobado
Nadie vio cuándo el tiempo te agotó
Nadie vio cuándo se secó el río
Tu sonrisa se perdió por el camino
Cuando abandonó el lugar solo para hablar con Dios
Nadie vio cuando el mar no se abrió
Nadie vio cuando la multitud no te oyó
Pero crecí en el anonimato, escuchando a Dios hablarme

Te vi perder para que pudieras ganar
Te vi descender para que pudieras crecer
Mientras cuidaba de las ovejas, también te cuidaba a ti
Derramé mi gracia para que pudieras cantar
Yo os llené de fuerza para que me adorarais
Te elevé para que pudieras profetizar
Que los huesos secos vivan
Y hoy, escuchen a Dios decir esto

He llegado, puedes descansar
Las heridas abiertas, yo las curaré
Alegraré mi corazón atribulado
Si caes, yo te levantaré
Hoy está ocurriendo un milagro en tu casa
En tu familia hay liberación
Si ya no sientes mi gloria
¡Siente la renovación ahora!
Ahora, ahora, ahora, ahora
Abraza la audacia
Y el toque de mis manos
Rebosa de mi unción ahora, ahora

He llegado, puedes descansar
Las heridas abiertas, yo las curaré
Alegraré mi corazón atribulado
Si caes, yo te levantaré
Hoy está ocurriendo un milagro en tu casa
En tu familia hay liberación
Si ya no sientes mi gloria

¡Siente la renovación ahora!
Ahora, ahora, ahora, ahora
Abraza la audacia
Y el toque de mis manos
Que ahora reboses de mi unción
Sé lleno ahora, bautizado ahora, sanado ahora
Renovados ahora, transformados ahora, victoria ahora
¡Siente mi presencia allí ahora!

Nunca te olvidé
Recuerdo cada detalle desde su nacimiento
Nadie te vio, pero yo sí

Escrita por: Joktã Araújo