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Qué nostalgia de Amélia

Jane Duboc

Ai Que Saudade da Amélia

Nunca vi fazer tanta exigência
Nem fazer o que você me faz
Você não sabe o que é consciência
Não vê que eu sou um pobre rapaz

Você só pensa em luxo e riqueza
Tudo o que você vê, você quer
Ai, meu Deus, que saudade da Amélia
Aquilo sim é que era mulher

Às vezes passava fome ao meu lado
E achava bonito não ter o que comer
E quando me via contrariado
Dizia: "Meu filho, o que se há de fazer?"
Amélia não tinha a menor vaidade
Amélia é que era mulher de verdade
Amélia não tinha a menor vaidade
Amélia é que era mulher de verdade

Qué nostalgia de Amélia

Nunca vi que pidiera tanto
Ni que hiciera lo que tú me haces
No sabes lo que es conciencia
No ves que soy un pobre chico

Solo piensas en lujo y riqueza
Todo lo que ves, lo quieres
Ay, Dios mío, qué nostalgia de Amélia
Esa sí que era mujer

A veces pasaba hambre a mi lado
Y encontraba bonito no tener qué comer
Y cuando me veía contrariado
Decía: 'Hijo mío, ¿qué se ha de hacer?'
Amélia no tenía la menor vanidad
Amélia sí que era mujer de verdad
Amélia no tenía la menor vanidad
Amélia sí que era mujer de verdad

Escrita por: Ataulfo Alves / Mario Lago