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Nota Bossa Trap Flamenca de Repúdio

Jay Ferrí

Nota Bossa Trap Flamenca de Repúdio

Sou passarinho, sou voador é ah
Faltam caminhos, sobram estradas
Tão pequenino

Só, infinito
Tão pequenino
Só, sou

Virou tão cômodo aceitar sem retrucar
Sentindo-se agora
Acuada e estranha
Ou guiada por uma falsa esperança
Que o banal perdeu seu lugar
Deu prefixo ao sólito
Dando lugar ao inusitado

Abra-te Sésamo ou tu, Pandora
Digere-me o ventre
Ou os vermes desta escória
Dedico a estes saudosas lembranças
No âmago fantástico
Um inseto acuado e fraco
Crusoé Cruzar
Oh grandes mares
Ser inventivo, empreendedor e chato
E até te dar a riqueza de minas
Sem antes esquecer
Que toda mina termina

Sou passarinho, sou voador é ah
Faltam caminhos, sobram estradas
Tão pequenino
Só, infinito
Tão pequenino
Só, sou

Dei nós cegos
E cega estava
Procurei todos os meus possíveis
Me ocupei em ocupar
Todos os lugares
Procurei o não lugar

Abra-te Sésamo ou tu, Pandora
Digere-me o ventre
Ou os vermes desta escória
Dedico a estes saudosas lembranças
No âmago fantástico
Um inseto acuado e fraco
Crusoé cruzar
Oh grandes mares
Ser inventivo, empreendedor e chato
E até te dar a riqueza de minas
Sem antes esquecer
Que toda mina termina

Sou passarinho, sou voador é ah
Faltam caminhos, sobram estradas
Tão pequenino
Só, infinito
Tão pequenino
Só, sou

Nota Bossa Trap Flamenca de Repúdio

Soy pajarito, soy volador, ah
Faltan caminos, sobran carreteras
Tan pequeñito

Solo, infinito
Tan pequeñito
Solo, soy

Se volvió tan cómodo aceptar sin replicar
Sintiéndose ahora
Acorralada y extraña
O guiada por una falsa esperanza
Que lo banal perdió su lugar
Prefijo al solitario dio
Dando paso a lo inusitado

Ábrete Sésamo o tú, Pandora
Digerirme el vientre
O los gusanos de esta escoria
Dedico a estas añoradas memorias
En lo más profundo fantástico
Un insecto acorralado y débil
Crusoé cruzar
Oh grandes mares
Ser inventivo, emprendedor y molesto
Y hasta darte la riqueza de minas
Sin olvidar antes
Que toda mina termina

Soy pajarito, soy volador, ah
Faltan caminos, sobran carreteras
Tan pequeñito
Solo, infinito
Tan pequeñito
Solo, soy

Di nudos ciegos
Y ciega estaba
Busqué todos mis posibles
Me ocupé en ocupar
Todos los lugares
Busqué el no lugar

Ábrete Sésamo o tú, Pandora
Digerirme el vientre
O los gusanos de esta escoria
Dedico a estas añoradas memorias
En lo más profundo fantástico
Un insecto acorralado y débil
Crusoé cruzar
Oh grandes mares
Ser inventivo, emprendedor y molesto
Y hasta darte la riqueza de minas
Sin olvidar antes
Que toda mina termina

Soy pajarito, soy volador, ah
Faltan caminos, sobran carreteras
Tan pequeñito
Solo, infinito
Tan pequeñito
Solo, soy

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