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Fabulosa Santa Que Pariu

Jay Vaquer

Fabulosa Santa Que Pariu

Onde absolveu
Culpados demais,
A carapuça sempre lhe serviu

Alimentou o desejo
De abraçar o "inebriante desamor"

Se faz questão de ter mais
Tempo pra confabular, me diz
Não vi nessa fábula
O meu papel

Onde absorveu
Sorrisos demais,
O "suco-de-linhaça-e-rivotril"

Alimentei o desejo
De enterrar o "aliciante dissabor"

Se faz questão de ter mais
Tempo pra confabular, me diz
Não vi nessa fábula
Qual o seu papel

Se transpareceu
Perfeita demais,
Pode ser a santa que pariu...

Fabulosa Santa Que Pariu

Donde absolvía
Demasiados culpables,
La culpa siempre le quedó bien

Alimentó el deseo
De abrazar el 'inebriante desamor'

Insiste en tener más
Tiempo para conspirar, dime
No vi en esta fábula
Mi papel

Donde absorbía
Demasiadas sonrisas,
El 'jugo-de-linaza-y-rivotril'

Alimenté el deseo
De enterrar el 'atractivo desencanto'

Insiste en tener más
Tiempo para conspirar, dime
No vi en esta fábula
Cuál es tu papel

Si parecía
Demasiado perfecta,
Puede ser la santa que parió...

Escrita por: Jay Vaquer