Les Sauvage (Les Indes Galante)
Zima, Adario
Forêt paisibles
Jamais un vain désir ne trouble ici nos coeurs
S'ils sont sensibles
Fortune, ce n'est pas au prix de tes faveurs
Choeur des sauvages
Forêt paisibles
Jamais un vain désir ne trouble ici nos coeurs
S'ils sont sensibles
Fortune, ce n'est pas au prix de tes faveurs
Zima, Adario
Dans nos retraites
Grandeur, ne viens jamais
Offrir de tes faux attraits!
Ciel, tu les as faites
Pour l'innoncence et pour la paix
Jouissons dans nos asiles
Jouissons des biens tranquilles!
Ah! Peut-on être heureux
Quand on forme d'autres voeux?
Os Selvagens (Os Indios Galantes)
Zima, adario
Floresta pacífica
Nunca um desejo vão perturba nossos corações aqui
Se eles são sensíveis
Fortuna, não é à custa de seus favores
Coro de selvagens
Floresta pacífica
Jamais um vago desejo atrapalhara aqui nossos corações
Se eles são sensíveis
Fortuna, não é ao preço de teus favores
Zima, Adario
Nos seus recuos
Grandeza, não vem jamais
Oferecer seus falso atrativos
Céu, você os fez
Para a inocência e para a paz
Aproveitemos nos nossos asilos!
Aproveitemos dos bens tranqüilos!
Ah! Podemos ser felizes?
Quando formamos outros desejos?
Escrita por: Jean-Philippe Rameau