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Causa (part. Don, Riff e Pascon)

Jean Tassy

Causa (part. Don, Riff e Pascon)

Assimilei e comprei
Nossa frieza sem escala
Acompanhei um mês
Uma aflição sem ter ar
Assumo esse ato
Não dividi sem ter trauma
Se confunde os galhos
Que formaram a quem tava

No sigilo mudo faço em nosso bem
Sacanagem bêbado, só em vendaval
Nenhum custo que passe de prima
Clima que nunca apontou ninguém
Fala ensina
Que boca tão linda
Não passa seus altos e vindas
Comporta em cima
Nem trauma, é vida
Contato que me derrubou

Tive sim que abdicar de alguma forma boa
Tudo que falou pra mim só penso que me atura
Nem liguei se foi cruel, mas é causa e clima

Desculpa ter transformado tudo numa bagunça
O gosto da grana mexe com sua ignorância
Mas quando eu me jogo no mundo, eu percebo a mudança
A necessidade da desconfiança em pessoas avulsas

Por que que eu não posso sorrir?
Então não me proíba de dançar
A vida não bate, ela espanca
E tudo se acaba em distância

Vivo e eu sei que tá tudo bem
A pressa nunca me ajudou
Justo? Não!
Me leva! E 100 e sem ninguém
Fases que tudo se reprogramará
Quem que se disponibiliza?

Faço em nosso bem
Sacanagem bêbado, só em vendaval
Nenhum custo, que passe de prima

Então não me proíba de dançar
A vida não bate, ela espanca
E tudo se acaba em distância
Por que que eu não posso sorrir?

Então não me proíba de dançar
A vida não bate, ela espanca
E tudo se acaba em distância
Por que que eu não posso sorrir?

Causa (part. Don, Riff e Pascon)

Asimilé y compré
Nuestra frialdad sin límites
Seguí durante un mes
Una aflicción sin aire
Asumo este acto
No lo dividí sin trauma
Se confunden las ramas
Que formaron a quien estaba

En secreto, en silencio, hago lo mejor para nosotros
Desvergonzado borracho, solo en vendaval
Ningún costo que supere a la prima
Clima que nunca señaló a nadie
Habla y enseña
Qué boca tan hermosa
No pasa por sus altibajos
Se comporta arriba
No es trauma, es vida
Contacto que me derribó

Sí, tuve que renunciar de alguna manera buena
Todo lo que me dijiste solo pienso que me soporta
No me importó si fue cruel, pero es causa y clima

Disculpa por haber convertido todo en un desastre
El sabor del dinero juega con tu ignorancia
Pero cuando me lanzo al mundo, percibo el cambio
La necesidad de desconfiar de personas aleatorias

¿Por qué no puedo sonreír?
Entonces no me prohíbas bailar
La vida no golpea, golpea
Y todo termina en distancia

Vivo y sé que todo está bien
La prisa nunca me ayudó
¿Justo? ¡No!
Llévame, y 100 y sin nadie
Fases en las que todo se reprogramará
¿Quién se ofrece voluntario?

Hago lo mejor para nosotros
Desvergonzado borracho, solo en vendaval
Ningún costo, que supere a la prima

Entonces no me prohíbas bailar
La vida no golpea, golpea
Y todo termina en distancia
¿Por qué no puedo sonreír?

Entonces no me prohíbas bailar
La vida no golpea, golpea
Y todo termina en distancia
¿Por qué no puedo sonreír?

Escrita por: Adão Ruy Mathias Pereira / Jean Bernard Vieira Tassy