Rótulos
Você acha isto tão simples e cômodo
Viver nesta vida tão pacata e artificial
Sem ter o poder de dominar você
Respira a demagogia de um mundo plural
Me diga meu ilustre desconhecido
Que o meu eu singular surreal
Não é nem um pouco normal
Mas afinal, o que é normal
Fuja dos rótulos
Não se acomode com o que te incomoda
Deixa estes rótulos
Incomode o que te acomoda
Me diga como é viver neste abismo da sociedade
Sendo um escravo da rotina em uma vida sem maldade
Arrisque mais um pouco de loucuras liberte suas fissuras
Mas risque da sua vida o que te atrasa com censuras
Me diga, meu ilustre desconhecido
Que o meu eu singular surreal
Não é nem um pouco normal
Mas afinal, o que é normal
Etiquetas
Piensas que esto es tan simple y cómodo
Vivir en esta vida tan tranquila y artificial
Sin tener el poder de dominarte
Respiras la demagogia de un mundo plural
Dime, mi ilustre desconocido
Que mi yo singular surreal
No es para nada normal
Pero al final, ¿qué es normal?
Huye de las etiquetas
No te acomodes con lo que te incomoda
Deja esas etiquetas
Incomoda lo que te acomoda
Dime cómo es vivir en este abismo de la sociedad
Siendo esclavo de la rutina en una vida sin maldad
Arriésgate un poco más con locuras, libera tus fisuras
Pero borra de tu vida lo que te retrasa con censuras
Dime, mi ilustre desconocido
Que mi yo singular surreal
No es para nada normal
Pero al final, ¿qué es normal
Escrita por: Jeferson De Almeida