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Star-Full Night

Jessé

Noite Cheia de Estrelas

Noite alta, céu risonho
A quietude é quase um sonho
O luar cai sobre a mata
qual uma chuva de prata
de raríssimo esplendor
Só tu dormes, não escutas
o teu cantor
revelando à lua airosa
a história dolorosa
desse amor

Lua, manda tua luz prateada
despertar a minha amada
Quero matar meus desejos
Sufocá-la com meus beijos
Canto e a mulher que eu amo tanto
não me escuta, está dormindo
Canto e por fim
nem a lua tem pena de mim
Pois ao ver que quem te chama sou eu
entre a neblina se escondeu

Lá no alto a lua esquiva
está no céu tão pensativa
As estrelas são serenas
qual dilúvio de falenas
andam tontas ao luar
Todo o astral ficou silente
para escutar
o teu nome entre as endeixas
As dolorosas queixas
ao luar

Lua, manda tua luz prateada
despertar a minha amada
Quero matar meus desejos
Sufocá-la com meus beijos
Canto e a mulher que eu amo tanto
não me escuta, está dormindo
Canto e por fim
nem a lua tem pena de mim
Pois ao ver que quem te chama sou eu
entre a neblina se escondeu

Star-Full Night

Noche alta, cielo sonriente
La quietud es casi un sueño
La luz de la luna cae en el bosque
como una lluvia de plata
de extraordinario esplendor
Sólo tú duermes, no escuchas
su cantante
revelando a la luna brillante
la dolorosa historia
de este amor

Luna, envía tu luz de plata
despierta a mi amada
Quiero matar mis deseos
Asfixiarla con mis besos
Yo canto y la mujer que amo tanto
No me escuchas, estás durmiendo
Cantando y finalmente
ni la luna me compadecerá
Porque cuando veo que soy el que te llama
entre la niebla escondida

En lo alto, la luna se desborda
está en el cielo tan reflexivo
Las estrellas son serenas
que inundación de falenas
caminar mareado a la luz de la luna
Todo el espíritu se quedó en silencio
escuchar
tu nombre entre los endeixas
Las dolorosas quejas
a la luz de la luna

Luna, envía tu luz de plata
despierta a mi amada
Quiero matar mis deseos
Asfixiarla con mis besos
Yo canto y la mujer que amo tanto
No me escuchas, estás durmiendo
Cantando y finalmente
ni la luna me compadecerá
Porque cuando veo que soy el que te llama
entre la niebla escondida

Escrita por: 1899 Rio De Janeiro / 7 / Cândido Das Neves Nasceu Em / Faleceu Em 4 / RJ