Enigma Socrático
Enigma socrático, oh enigma!
De nada sei, então eu não sei que nada sei
Não sei que eu sei que o que eu não sei é só o que eu sei
A certeza da incerteza é contradição
Ou é a ausência de dúvida que responde a questão?
Será que eu sou realidade? Ou ilusão?
De nada sei, então eu já sei o que eu sei
Eu sei que eu não sei que eu sei somente que nada sei
A razão é incoerência absoluta
Ou é o delírio coletivo que camufla a loucura?
Será que eu sou o que responde? Ou o que pergunta?
Talvez eu seja os dois
Ou talvez não... Ou talvez sim...
Prefiro manter o enigma em mim
De nada sei, então eu já sei o que eu não sei
Sei que eu não sei que o que eu sei é que nada sei
A busca por sanidade é demência humana
Ou definir o indefinível é que ilude e engana?
Será que eu sou o que escuta? Ou o que canta?
Talvez eu não seja uma opção
Ou talvez sim... Ou talvez não...
Guardo esse enigma no meu coração
Enigma Socrático
Enigma socrático, ¡oh enigma!
No sé nada, entonces no sé que no sé nada
No sé que sé que lo que no sé es solo lo que sé
La certeza de la incertidumbre es contradicción
¿O es la ausencia de duda la que responde a la pregunta?
¿Será que soy realidad? ¿O ilusión?
No sé nada, entonces ya sé lo que sé
Sé que no sé que sé solamente que no sé nada
La razón es incoherencia absoluta
¿O es el delirio colectivo que camufla la locura?
¿Será que soy el que responde? ¿O el que pregunta?
Tal vez sea los dos
O tal vez no... O tal vez sí...
Prefiero mantener el enigma en mí
No sé nada, entonces ya sé lo que no sé
Sé que no sé que lo que sé es que no sé nada
La búsqueda de la cordura es demencia humana
¿O definir lo indefinible es lo que ilude y engaña?
¿Será que soy el que escucha? ¿O el que canta?
Tal vez no sea una opción
O tal vez sí... O tal vez no...
Guardo este enigma en mi corazón