395px

Rasguñada

João Bica

Arranhada

Eu não quero mais te ver
Foi difícil de esquecer
Palavras que fazem crer
Que eu não era pra você

Lá no baile que eu vi
Que a gente não ia dar certo
Baby, não me faça rir
Eu não te quero mais por perto

E não
Não se admire se então
Meu coração só disser não
Eu não aguento mais essa situação

De lembrar do teu beijo, tua perna, teu cheiro
A malícia certa, incerto desejo
De um último beijo
Só um último beijo

Minha voz sempre arranhada, mas eu sigo cantando
E lembrando de quando a gente cantava se arranhando
Sigo precisando e não acredito em encanto
Então me entoco e te procuro em poesia e não encontro

Eu não quero mais te ver
Foi difícil de esquecer
Palavras que fazem crer
Que eu não era pra você

Lá no baile que eu vi
Que a gente não ia dar certo
Baby, não me faça rir
Eu não te quero mais por perto

E não
Não se admire se então
Meu coração só disser não
Eu não aguento mais essa situação

De lembrar do teu beijo, tua perna, teu cheiro
A malícia certa, incerto desejo
De um último beijo
Só um último beijo

Rasguñada

No quiero verte más
Fue difícil olvidar
Palabras que hacen creer
Que yo no era para ti

En la fiesta que vi
Que nosotros no íbamos a funcionar
Nena, no me hagas reír
No te quiero cerca de mí

Y no
No te sorprendas si entonces
Mi corazón solo dice no
Ya no aguanto más esta situación

Recordar tu beso, tu pierna, tu olor
La malicia precisa, deseo incierto
De un último beso
Solo un último beso

Mi voz siempre rasguñada, pero sigo cantando
Y recordando cuando cantábamos rozándonos
Sigo necesitando y no creo en el encanto
Así que me enrosco y te busco en poesía y no te encuentro

No quiero verte más
Fue difícil olvidar
Palabras que hacen creer
Que yo no era para ti

En la fiesta que vi
Que nosotros no íbamos a funcionar
Nena, no me hagas reír
No te quiero cerca de mí

Y no
No te sorprendas si entonces
Mi corazón solo dice no
Ya no aguanto más esta situación

Recordar tu beso, tu pierna, tu olor
La malicia precisa, deseo incierto
De un último beso
Solo un último beso

Escrita por: João Bica