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Golpe de Sentada

João Bica

Surra de Sentada

E é que a bad bateu, mas não tanto quanto esse grave
E só de lembrar de você já dou uns grave
É que esse grave me lembrou você no baile
Que se foi cedo, mas agora já é tarde

Ai que saudade, ai que saudade
De nós dois só no dengo e fudendo com vontade
Ai que saudade, ai que saudade
Só vozinha bem baixinha no ouvido é sacanagem

É que quando a lombra passa tua falta permanece
E eu já tentei te esquecer, mas minha cabeça não obedece
Teu olhar me enlouquece, tua perna me adormece e acontece
A nossa história se repete

Dale brasa burguesa safada brota lá em casa surra de sentada na cara
Não para, maltrata nem pede me amarra duas, três gozada uma pausa
Marvada chegada a cigarro já olha e me fala bikita dichava
Soltamos fumaça pra cama com pressa, mas sempre tu vaza

E é que a bad bateu, mas não tanto quanto esse grave
E só de lembrar de você já dou uns grave
É que esse grave me lembrou você no baile
Que se foi cedo, mas agora já é tarde

Ai que saudade, ai que saudade
De nós dois só no dengo e fudendo com vontade
Ai que saudade, ai que saudade
Só vozinha bem baixinha no ouvido é sacanagem
É que quando a lombra passa tua falta permanece
E eu já tentei te esquecer, mas minha cabeça não obedece
Teu olhar me enlouquece, tua perna me adormece e acontece
A nossa história se repete

Dale brasa burguesa safada brota lá em casa surra de sentada na cara
Não para, maltrata nem pede me amarra duas, três gozada uma pausa
Marvada chegada a cigarro já olha e me fala bikita dichava
Soltamos fumaça pra cama com pressa, mas sempre tu vaza

Golpe de Sentada

Y es que la tristeza golpeó, pero no tanto como este bajo
Y solo con recordarte, me pongo grave
Es que este bajo me recuerda de ti en el baile
Que se fue temprano, pero ahora ya es tarde

Ay, qué nostalgia, ay, qué nostalgia
De nosotros dos en la dulzura y follando con ganas
Ay, qué nostalgia, ay, qué nostalgia
Solo tu voz bajita en el oído es una travesura

Es que cuando la droga se va, tu ausencia permanece
Y he intentado olvidarte, pero mi cabeza no obedece
Tu mirada me enloquece, tu pierna me adormece y sucede
Nuestra historia se repite

Dale fuego, burguesa traviesa, aparece en casa, golpe de sentada en la cara
No pares, maltrata, no pidas, átame, dos, tres acabadas, una pausa
Llegada malvada, un cigarrillo, ya mira y me dice, enciende
Soltamos humo en la cama con prisa, pero siempre te escapas

Y es que la tristeza golpeó, pero no tanto como este bajo
Y solo con recordarte, me pongo grave
Es que este bajo me recuerda de ti en el baile
Que se fue temprano, pero ahora ya es tarde

Ay, qué nostalgia, ay, qué nostalgia
De nosotros dos en la dulzura y follando con ganas
Ay, qué nostalgia, ay, qué nostalgia
Solo tu voz bajita en el oído es una travesura
Es que cuando la droga se va, tu ausencia permanece
Y he intentado olvidarte, pero mi cabeza no obedece
Tu mirada me enloquece, tu pierna me adormece y sucede
Nuestra historia se repite

Dale fuego, burguesa traviesa, aparece en casa, golpe de sentada en la cara
No pares, maltrata, no pidas, átame, dos, tres acabadas, una pausa
Llegada malvada, un cigarrillo, ya mira y me dice, enciende
Soltamos humo en la cama con prisa, pero siempre te escapas

Escrita por: João Bica