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El Sol

João Bosco do Nordeste

O Sol

Entrei nas janelas em longas flechadas
Mesmo sem transporte andei por aí
Somente à noite não dou mais trabalho
O Sol traz a Lua pra você dormir (dormir)

Minha claridade vou sempre espalhar
Por longas jornadas em terras sem fim
Em toda janela vou ter que entrar
Pra curtas promessas poder cumprir, cumprir

Olha lá que você, vai me agradecer, ou não vai descer
Olha lá que você, vai glorificar, ou não vai ficar

(Ôh Sol. Ôh Sol. Ôh Sol)
Eu sou o perigo que nasce nas ruas (ôh Sol)
Sou a claridade, você pode ver (ôh Sol)
Eu sou a mistura mais quente do nada (ôh Sol)
E sempre me perco no escuro da Lua
E sempre me perco no escuro da Lua

Quando o meu clarão arder pelo chão
Aqueço a terra com o meu calor
Se não respeitarem a mãe natureza
O meu fogo ardente vai causar mais dor

Olha lá que você, vai me agradecer, ou não vai crescer
Olha lá que você, vai glorificar, ou não vai ficar

(Ôh Sol. Ôh Sol. Ôh Sol)
Eu sou o perigo que nasce nas ruas (ôh Sol)
Sou a claridade, você pode ver (ôh Sol)
Eu sou a mistura mais quente do nada (ôh Sol)
E sempre me perco no escuro da Lua
E sempre me perco no escuro da Lua

El Sol

Entré por las ventanas en largas flechadas
Aunque no tuve transporte, caminé por ahí
Solo por la noche ya no doy más problemas
El Sol trae la Luna para que duermas (duermas)

Siempre voy a esparcir mi luz
Por largos viajes en tierras sin fin
En cada ventana tendré que entrar
Para cumplir promesas cortas, cumplir

Mira allá, tú me agradecerás, o no bajarás
Mira allá, tú glorificarás, o no te quedarás

(Oh Sol. Oh Sol. Oh Sol)
Soy el peligro que nace en las calles (oh Sol)
Soy la claridad, tú puedes ver (oh Sol)
Soy la mezcla más caliente de la nada (oh Sol)
Y siempre me pierdo en la oscuridad de la Luna
Y siempre me pierdo en la oscuridad de la Luna

Cuando mi resplandor arda en el suelo
Caliento la tierra con mi calor
Si no respetan a la madre naturaleza
Mi fuego ardiente causará más dolor

Mira allá, tú me agradecerás, o no crecerás
Mira allá, tú glorificarás, o no te quedarás

(Oh Sol. Oh Sol. Oh Sol)
Soy el peligro que nace en las calles (oh Sol)
Soy la claridad, tú puedes ver (oh Sol)
Soy la mezcla más caliente de la nada (oh Sol)
Y siempre me pierdo en la oscuridad de la Luna
Y siempre me pierdo en la oscuridad de la Luna

Escrita por: João Bosco do Nordeste