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Vacío

João Bosco & Vinícius

Vazio

Como é que eu posso esquecer
De tantas coisas tão lindas
Quanto mais tento dizer que não quero você
Eu quero mais ainda

Como é que eu posso sorrir
Sem seu olhar todo dia
Como é que eu posso viver
Se eu só tenho você em minhas fantasias

É tanta saudade
É tanta solidão
É dor de verdade
Rasgando o meu coração

Já chorei quase um rio, já rodei por aí
Me livrei pra esquecer mas não deu
Já vaguei no vazio
Sem comer, sem dormir
Foi cruel, me arrasou seu adeus

Vem pra mim, que eu sou seu

Como é que eu posso sorrir
Sem seu olhar todo dia
Como é que eu posso viver
Se eu só tenho você em minhas fantasias

É tanta saudade
É tanta solidão
É dor de verdade
Rasgando o meu coração

Já chorei quase um rio, já rodei por aí
Me livrei pra esquecer mas não deu
Já vaguei no vazio
Sem comer, sem dormir
Foi cruel, me arrasou seu adeus

Já chorei quase um rio, já rodei por aí
Me livrei pra esquecer mas não deu
Já vaguei no vazio
Sem comer, sem dormir
Foi cruel, me arrasou seu adeus

Vem pra mim, que eu sou seu
Que eu sou seu

Vacío

¿Cómo puedo olvidar?
De tantas cosas hermosas
Cuanto más trato de decir que no te quiero
quiero aun mas

¿Cómo puedo sonreír?
Sin tus ojos todos los días
¿Cómo puedo vivir?
Si solo te tengo en mis fantasias

Te extraño muchísimo
es tan solitario
es un verdadero dolor
desgarrando mi corazón

He llorado casi un río, he estado por ahí
Traté de olvidar pero no pude
He vagado en el vacío
Sin comer, sin dormir
Fue cruel, tu adiós me devastó

Ven a mi, soy tuyo

¿Cómo puedo sonreír?
Sin tus ojos todos los días
¿Cómo puedo vivir?
Si solo te tengo en mis fantasias

Te extraño muchísimo
es tan solitario
es un verdadero dolor
desgarrando mi corazón

He llorado casi un río, he estado por ahí
Traté de olvidar pero no pude
He vagado en el vacío
Sin comer, sin dormir
Fue cruel, tu adiós me devastó

He llorado casi un río, he estado por ahí
Traté de olvidar pero no pude
He vagado en el vacío
Sin comer, sin dormir
Fue cruel, tu adiós me devastó

Ven a mi, soy tuyo
que soy tuyo

Escrita por: Elias Muniz