Zoom
Na monotonia de um moinho
Na mesmice de dia após dia
Onde faltar olhos nos meus olhos
Peço pra sair do seu conforto
Prazer, sou eu
Por favor, me toque
Prazer, sou quem mereceu o azar de seu desfoque
Me dá zoom
Me dá zoom pra me enquadrar agora
Me dá zoom
Me dá zoom pra me enquadrar
Ainda é tempo
Pode ir
Eu me atrevo à solidão
Que do medo nada sobra à sete palmos do chão
Não aceito falsidade
Nem disfarce de amor
Haja reciprocidade pra estancar nossa dor
Zoom
En la monotonía de un molino
En la rutina de día tras día
Donde faltan ojos en mis ojos
Pido salir de tu comodidad
Gusto, soy yo
Por favor, tócame
Gusto, soy quien mereció la mala suerte de tu desenfoque
Hazme zoom
Hazme zoom para enmarcarme ahora
Hazme zoom
Hazme zoom para enmarcarme
Todavía hay tiempo
Puedes irte
Me atrevo a la soledad
Donde el miedo no queda a siete palmos del suelo
No acepto falsedad
Ni disfraces de amor
Se necesita reciprocidad para detener nuestro dolor
Escrita por: João Bragança