Agouro
Peguei emprestada
De Jorge
A espada que fere de morte
O cerne da dor
Meu canto afiado
O corte
O veneno aos retalhos miúdos
Que agouram-me horror
Que o golpe fatal
Lhe seja
Sutil como beija o sereno
A tez de uma flor
Que o golpe final
Lhe deixe
Molhada do sangue amargo
Do teu desamor
Peguei emprestada
De Jorge
A espada que fere de morte
O cerne da dor
Meu canto afiado
O corte
O veneno aos retalhos miúdos
Que agouram-me horror
Que o golpe fatal
Lhe seja
Sutil como beija o sereno
A tez de uma flor
Que o golpe final
Lhe deixe
Molhada do sangue amargo
Do teu desamor
Que o golpe fatal
Lhe seja
Sutil como beija o sereno
A tez de uma flor
Que o golpe final
Lhe deixe
Molhada do sangue amargo
Do teu desamor
Molhada do sangue amargo
Do teu desamor
Molhada do sangue amargo
Do teu desamor
Agouro
Tomé prestada
De Jorge
La espada que hiere de muerte
El núcleo del dolor
Mi canto afilado
El corte
El veneno en pedazos pequeños
Que me auguran horror
Que el golpe fatal
Sea
Sutil como besa el sereno
La piel de una flor
Que el golpe final
Te deje
Empapada de la sangre amarga
De tu desamor
Tomé prestada
De Jorge
La espada que hiere de muerte
El núcleo del dolor
Mi canto afilado
El corte
El veneno en pedazos pequeños
Que me auguran horror
Que el golpe fatal
Sea
Sutil como besa el sereno
La piel de una flor
Que el golpe final
Te deje
Empapada de la sangre amarga
De tu desamor
Que el golpe fatal
Sea
Sutil como besa el sereno
La piel de una flor
Que el golpe final
Te deje
Empapada de la sangre amarga
De tu desamor
Empapada de la sangre amarga
De tu desamor
Empapada de la sangre amarga
De tu desamor