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Agouro

João Calabar

Agouro

Peguei emprestada
De Jorge
A espada que fere de morte
O cerne da dor

Meu canto afiado
O corte
O veneno aos retalhos miúdos
Que agouram-me horror

Que o golpe fatal
Lhe seja
Sutil como beija o sereno
A tez de uma flor

Que o golpe final
Lhe deixe
Molhada do sangue amargo
Do teu desamor

Peguei emprestada
De Jorge
A espada que fere de morte
O cerne da dor

Meu canto afiado
O corte
O veneno aos retalhos miúdos
Que agouram-me horror

Que o golpe fatal
Lhe seja
Sutil como beija o sereno
A tez de uma flor

Que o golpe final
Lhe deixe
Molhada do sangue amargo
Do teu desamor

Que o golpe fatal
Lhe seja
Sutil como beija o sereno
A tez de uma flor

Que o golpe final
Lhe deixe
Molhada do sangue amargo
Do teu desamor

Molhada do sangue amargo
Do teu desamor

Molhada do sangue amargo
Do teu desamor

Agouro

Tomé prestada
De Jorge
La espada que hiere de muerte
El núcleo del dolor

Mi canto afilado
El corte
El veneno en pedazos pequeños
Que me auguran horror

Que el golpe fatal
Sea
Sutil como besa el sereno
La piel de una flor

Que el golpe final
Te deje
Empapada de la sangre amarga
De tu desamor

Tomé prestada
De Jorge
La espada que hiere de muerte
El núcleo del dolor

Mi canto afilado
El corte
El veneno en pedazos pequeños
Que me auguran horror

Que el golpe fatal
Sea
Sutil como besa el sereno
La piel de una flor

Que el golpe final
Te deje
Empapada de la sangre amarga
De tu desamor

Que el golpe fatal
Sea
Sutil como besa el sereno
La piel de una flor

Que el golpe final
Te deje
Empapada de la sangre amarga
De tu desamor

Empapada de la sangre amarga
De tu desamor

Empapada de la sangre amarga
De tu desamor

Escrita por: João Calabar