395px

Veneno Lento

João Carreiro & Capataz

Veneno Lento

São 4 horas dessa madrugada fria
Neste tormento eu não consigo dormir
A solidão neste quarto é demais
Desesperado, sem destino vou sair
Provavelmente hoje não volto pra casa
Quero beber até o dia clarear
Enquanto ela adormece em outros braços
Eu amanheço bebendo de bar em bar

Ôô saudade
Veneno lento que está me torturando
Ooo saudade
Veneno lento que aos poucos vai me matando

E quando o sol clarear o novo dia
Pressinto a mágoa que existe em meu rosto
Amargurado,solitário vou dormir
Pra dar repouso ao cansaço e ao desgosto
Isto acontece uma noite atrás da outra
Não durmo em casa nenhuma noite sequer
Nem que eu beber toda a bebida desse mundo
Eu não consigo esquecer essa mulher

Oooo saudade
Veneno lento que está me torturando
Ooo saudade
Veneno lento que aos poucos vai me matando

Veneno Lento

Son las 4 de la madrugada fría
En este tormento no puedo dormir
La soledad en esta habitación es demasiado
Desesperado, sin rumbo, voy a salir
Probablemente hoy no vuelva a casa
Quiero beber hasta que aclare el día
Mientras ella duerme en otros brazos
Yo amanezco bebiendo de bar en bar

Oh añoranza
Veneno lento que me está torturando
Oh añoranza
Veneno lento que poco a poco me está matando

Y cuando el sol aclare el nuevo día
Presiento la amargura que hay en mi rostro
Amargado, solitario, me voy a dormir
Para dar descanso al cansancio y al desgaste
Esto sucede noche tras noche
No duermo en ninguna casa ni una sola noche
Aunque beba toda la bebida de este mundo
No puedo olvidar a esa mujer

Oh añoranza
Veneno lento que me está torturando
Oh añoranza
Veneno lento que poco a poco me está matando

Escrita por: Tião Carreiro / Zé Matão