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Nobre Indigente

João Francisco Facchina

Nobre Indigente

Nobre Indigente

Passando pra reconhecer o que eu havia esquecido
Agora no mundo da lua eu estou perdido
Nada continua como deveria estar
A casa amarela mandaram pintar

(refrão)
Porque o tempo passa e leva nossa vida
Leva nossa grana e a história construída
Eu sei que desse mundo nada vou levar
Em busca da felicidade vou continuar

Hoje eu acordei e o sol estava quente
Ontem anoite o frio tomou conta da gente
Disseram que aqui em baixo as leis são diferentes
Posso confirmar sou um Nobre indigente

(refrão 2x)
Porque o tempo passa e leva nossa vida
Leva nossa grana e a história construída
Eu sei que desse mundo nada vou levar
Em busca da felicidade vou continuar

Aqui o seu dinheiro uso como papel
O lixo do latão será o nosso jantar
Esse é o preço da nossa liberdade
Viver como um ninguém fora da sociedade.

(refrão)
Porque o tempo passa e leva nossa vida
Leva nossa grana e a história construída
Eu sei que desse mundo nada vou levar
Em busca da felicidade vou continuar

Nobre Indigente

Nobre Indigente

Pasando para reconocer lo que había olvidado
Ahora en el mundo de la luna estoy perdido
Nada sigue como debería estar
La casa amarilla mandaron pintar

(estribillo)
Porque el tiempo pasa y se lleva nuestra vida
Se lleva nuestra plata y la historia construida
Sé que de este mundo nada me llevaré
En busca de la felicidad seguiré

Hoy me desperté y el sol estaba caliente
Ayer por la noche el frío se apoderó de nosotros
Dijeron que aquí abajo las leyes son diferentes
Puedo confirmar que soy un Noble indigente

(estribillo 2x)
Porque el tiempo pasa y se lleva nuestra vida
Se lleva nuestra plata y la historia construida
Sé que de este mundo nada me llevaré
En busca de la felicidad seguiré

Aquí tu dinero lo uso como papel
La basura del contenedor será nuestra cena
Este es el precio de nuestra libertad
Vivir como un nadie fuera de la sociedad.

(estribillo)
Porque el tiempo pasa y se lleva nuestra vida
Se lleva nuestra plata y la historia construida
Sé que de este mundo nada me llevaré
En busca de la felicidad seguiré

Escrita por: João Francisco Facchina