Cultuando a Tradição
Por ser campeiro, gosto do lombo do potro
Jeito maroto que trago desde piá
Corda sovada pra aguentar firme o guascaço
Força no braço se me engancho pra domar
Se negaceando quando vou enfiar o buçal
E não faz mal ter um pouco de paciência
Só quem conhece a lida xucra que eu falo
Ajeita o cavalo, parceiro aqui da querência
O que me agrada nesta vida de campeiro
É o jeito ordeiro deste povo que é daqui
Repasso aos novos um pouco desta vivência
E, da querência, tudo aquilo que aprendi
O que me agrada nesta vida de campeiro
É o jeito ordeiro deste povo que é daqui
Repasso aos novos um pouco desta vivência
E, da querência, tudo aquilo que aprendi
Costume xucro que vem comigo de berço
É feito um terço que carrego sempre à mão
Templo sagrado onde, aqui, eu me acomodo
E, deste modo, cultuando a tradição
Cheiro de campo embriaga os pensamentos
Sopro do vento vem na aba do chapéu
Vivo na lida, costeado a basto a espora
Passando as horas debaixo do azul do céu
O que me agrada nesta vida de campeiro
É o jeito ordeiro deste povo que é daqui
Repasso aos novos um pouco desta vivência
E, da querência, tudo aquilo que aprendi
O que me agrada nesta vida de campeiro
É o jeito ordeiro deste povo que é daqui
Repasso aos novos um pouco desta vivência
E, da querência, tudo aquilo que aprendi
O que me agrada nesta vida de campeiro
É o jeito ordeiro deste povo que é daqui
Repasso aos novos um pouco desta vivência
E, da querência, tudo aquilo que aprendi
O que me agrada nesta vida de campeiro
É o jeito ordeiro deste povo que é daqui
Repasso aos novos um pouco desta vivência
E, da querência, tudo aquilo que aprendi
Cultivando la Tradición
Por ser gauchesco, me gusta el lomo del potro
Truco astuto que traigo desde niño
Cuerda apretada para aguantar firme el guascazo
Fuerza en el brazo si me engancho para domar
Negociando cuando voy a poner el bozal
Y no está mal tener un poco de paciencia
Solo quien conoce el trabajo rudo que hablo
Acomoda el caballo, compañero aquí de la querencia
Lo que me agrada en esta vida de gauchesco
Es la forma ordenada de esta gente de aquí
Transmito a los nuevos un poco de esta experiencia
Y, de la querencia, todo lo que aprendí
Costumbre ruda que viene conmigo desde la cuna
Es como un rosario que llevo siempre a mano
Templo sagrado donde, aquí, me acomodo
Y, de este modo, cultivando la tradición
El olor del campo embriaga los pensamientos
Soplo del viento viene en el ala del sombrero
Vivo en el trabajo, acompañado a basto con la espuela
Pasando las horas debajo del azul del cielo
Lo que me agrada en esta vida de gauchesco
Es la forma ordenada de esta gente de aquí
Transmito a los nuevos un poco de esta experiencia
Y, de la querencia, todo lo que aprendí
Lo que me agrada en esta vida de gauchesco
Es la forma ordenada de esta gente de aquí
Transmito a los nuevos un poco de esta experiencia
Y, de la querencia, todo lo que aprendí
Lo que me agrada en esta vida de gauchesco
Es la forma ordenada de esta gente de aquí
Transmito a los nuevos un poco de esta experiencia
Y, de la querencia, todo lo que aprendí
Lo que me agrada en esta vida de gauchesco
Es la forma ordenada de esta gente de aquí
Transmito a los nuevos un poco de esta experiencia
Y, de la querencia, todo lo que aprendí
Escrita por: J. P. Batista / João Luiz Corrêa / Sandro Coelho