Cara de Pão
É, essa garotas inventam cada uma,
Eu vou contar um caso a vocês,
Que me aconteceu certo dia,
Numa esquina:
Eu vi um garota,
Passar por aqui.
Fazendo gracinha,
Que quase morri.
Dei-lhe meu fone,
Prá ela discar.
Mal chego em casa,
Ja vou atender:
Alô, sim, é ele Mesmo.
O quê?
Menina atrevida,
Não diga isso não.
Eu nunca me achei,
Parecido com um pão.
Eu não sabendo,
Do que se tratava.
Era uma giria,
Que dizia bacanão.
Eu vi um garota,
Passar por mim.
Fazendo gracinha,
Que quase morri.
Dei-lhe meu fone,
Prá ela discar.
Mal chego em casa,
Ja vou atender:
Alô, sim, é ele Mesmo.
O quê?
Menina atrevida,
Não diga isso não.
Eu nunca me achei,
Parecido com um pão.
Eu nunca me achei,
Parecido com um pão.
Eu heim, cara de pão,
Essa não!
Cara de Pão
Sí, estas chicas inventan cada cosa,
Les contaré una historia,
Que me sucedió un día,
En una esquina:
Vi a una chica,
Pasando por aquí.
Haciendo payasadas,
Casi me muero.
Le di mi número,
Para que lo marcara.
Apenas llego a casa,
Y ya voy a contestar:
¿Hola, sí, soy yo mismo.
¿Qué?
Chica atrevida,
No digas eso.
Nunca me he sentido,
Parecido a un pan.
Sin saber,
De qué se trataba.
Era una jerga,
Que decía genial.
Vi a una chica,
Pasando por mí.
Haciendo payasadas,
Casi me muero.
Le di mi número,
Para que lo marcara.
Apenas llego a casa,
Y ya voy a contestar:
¿Hola, sí, soy yo mismo.
¿Qué?
Chica atrevida,
No digas eso.
Nunca me he sentido,
Parecido a un pan.
Nunca me he sentido,
Parecido a un pan.
¡Ay, cara de pão,
Esto no!