Nó Cego
Cê fala não mas eu insisto em te ligar
Te encontrar e quando cê menos espera eu já tô lá
Cê fala não mas quando vê a minha boca tá na sua
Não tem jeito à noite acaba em pele nua
E a gente vai levando essa vida
Tanto não que acaba em sim
Tanto eu que acaba em você
Que o coração já abriu de entender
E essa bagunça que a gente arrumou
Esse nó cego que a gente deu
Prendeu minha vida na sua
E o seu coração colado no meu
E essa bagunça que a gente arrumou
É esse nó cego que a gente deu
Se arrebenta eu tô enrolado
Dá um susto danado de não ser mais seu
Mas confesso que o meu maior medo vai ser a saudade
Quando seu não for um não de verdade
Nudo Ciego
Cállate, pero insisto en llamarte
Encontrarte y cuando menos lo esperas, ya estoy allí
Cállate, pero cuando ves, mi boca está en la tuya
No hay manera, la noche termina en piel desnuda
Y seguimos llevando esta vida
Tanto no que termina en sí
Tanto yo que termina en ti
Que el corazón ya ha empezado a entender
Y este lío que armamos
Este nudo ciego que hicimos
Ató mi vida a la tuya
Y tu corazón pegado al mío
Y este lío que armamos
Es este nudo ciego que hicimos
Si se rompe, estoy en problemas
Da un susto tremendo de no ser más tuyo
Pero confieso que mi mayor miedo será la nostalgia
Cuando tu no sea un no de verdad
Escrita por: Diego Silveira / LARI FERREIRA / Nicolas Damasceno / Phillipe Pancadinha / Rafael Borges