Carta Ao Meu Pai
Pai, meu coração está com medo
Não encontro mais o meu caminho
Fui sair de casa muito cedo
Aprendi a ser sempre sozinho
Pai, eu sei que já não sou o mesmo
Sei também que às vezes eu te esqueço
Já quebrei a cara pelo mundo
Pai, estou assim porque mereço
Se eu voltasse agora
Desse jeito como estou
Vencido pelo tempo
À procura do que sou
Teria que aceitar
Todos dizendo que perdi
Pai, eu voltarei
No dia em que eu disser Venci
Pai, eu vou cumprir o meu destino
Conhecer o fim da minha estrada
Sou um homem, não sou mais menino
Não posso mais parar a caminhada
Pai, a solidão é que me mata
A saudade dói mais que espinho
Seu sorriso me faz tanta falta
Mãe, guarde pra mim o seu carinho
Se eu voltasse agora
Desse jeito como estou
Vencido pelo tempo
À procura do que sou
Teria que aceitar
Todos dizendo que perdi
Pai, eu voltarei
No dia em que eu disser Venci
Se eu voltasse agora
Desse jeito como estou
Vencido pelo tempo
À procura do que sou
Teria que aceitar
Todos dizendo que perdi
Pai, eu voltarei
No dia em que eu disser Venci
Carta a Mi Padre
Padre, mi corazón está asustado
No encuentro más mi camino
Salí de casa muy temprano
Aprendí a estar siempre solo
Padre, sé que ya no soy el mismo
Sé también que a veces te olvido
He fracasado en el mundo
Padre, estoy así porque lo merezco
Si volviera ahora
Así como estoy
Vencido por el tiempo
Buscando lo que soy
Tendría que aceptar
Que todos dicen que perdí
Padre, volveré
El día en que diga Vencí
Padre, voy a cumplir mi destino
Conocer el final de mi camino
Soy un hombre, ya no soy un niño
No puedo detener mi andar
Padre, la soledad es lo que me mata
La nostalgia duele más que espinas
Tu sonrisa me hace tanta falta
Madre, guarda para mí tu cariño
Si volviera ahora
Así como estoy
Vencido por el tiempo
Buscando lo que soy
Tendría que aceptar
Que todos dicen que perdí
Padre, volveré
El día en que diga Vencí
Si volviera ahora
Así como estoy
Vencido por el tiempo
Buscando lo que soy
Tendría que aceptar
Que todos dicen que perdí
Padre, volveré
El día en que diga Vencí
Escrita por: César Augusto / Marciano