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Palabra de razón

João Portugal

Palavra Da Razão

Estou aqui como um barco na tempestade que não voltou
A navegar por esse mar cheio d surpresas d quem amou
A vida nem sempre nos faz sorrir
O tempo não mais voltara atrás

Refrão:
Voltei a pedir o teu abraço
Doeu dizeres que não
Tentei e abusei dos meus princípios
Agora digo que não
É a palavra da razão

Foram noites que jamais esquecerei de tanto amor
De corpo e alma entreguei meu sentimento ao teu sabor
As feridas que guardo de tanto sofrer são provas
Sinais até morrer

(refrão)

Voltei a pedir o teu abraço
Doeu dizeres que não
Tentei e abusei dos meus princípios
Agora digo que não
É a palavra da razão

Voltei a pedir o teu abraço
Doeu dizeres que não
Tentei e abusei dos meus princípios
Dei o que dei sem dares a mão

Voltei a pedir o teu abraço
Doeu dizeres que não
Tentei e abusei dos meus princípios
Agora digo que não
É a palavra da razão

Palabra de razón

Estoy aquí como un barco en la tormenta que no regresó
Navegando por este mar lleno de sorpresas de aquellos que amaban
La vida no siempre nos hace sonreír
El tiempo ya no volverá atrás

Coro
Pedí tu abrazo otra vez
Te duele decir que no
Intenté y abusé de mis principios
Ahora digo que no
Es la palabra de la razón

Esas fueron noches que nunca olvidaré tanto amor
Cuerpo y alma Le di mi sentimiento a tu gusto
Las heridas que no sufro son evidencia
Señales hasta que mueras

(coro)

Pedí tu abrazo otra vez
Te duele decir que no
Intenté y abusé de mis principios
Ahora digo que no
Es la palabra de la razón

Pedí tu abrazo otra vez
Te duele decir que no
Intenté y abusé de mis principios
Te di lo que te di sin tener la mano

Pedí tu abrazo otra vez
Te duele decir que no
Intenté y abusé de mis principios
Ahora digo que no
Es la palabra de la razón

Escrita por: João Portugal