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Hembra

João Roberto e Robertinho

Fêmea

Faça-me seu homem e senhor
Seu objeto de maior prazer
Provar o mel que existe em seu sabor
É o que me dá motivo pra viver

Feito abelha rainha me mata de amor
E me ensine a morrer feliz
Seu veneno é licor que me faz renascer
E viver o amor que eu sempre quis

Faça do meu corpo a sua aldeia
Faça em mim a sua ceia
Que eu me deixo ao seu dispor
Crave lá no fundo as suas garras
Põe em mim suas amarras
E me leve pra onde for

Se você foi feita desse jeito
Faça o que fizer é seu direito
Se você foi feita desse jeito
Faça o que fizer e eu aceito

Faça-me seu carrossel de amor
Pra embalar a sua ilusão
Lhe conhecer gozar o seu calor
É o que me faz vibrar o coração

Feito fêmea fatal
Que só busca o prazer
Me ensina satisfazer
Seu desejo de amar
Em me ver lhe adorar
E ai está sempre a lhe pertencer

Hembra

Hazme tu hombre y señor
Tu objeto de mayor placer
Probar la miel que existe en tu sabor
Es lo que me da motivo para vivir

Como abeja reina me mata de amor
Y enséñame a morir feliz
Tu veneno es licor que me hace renacer
Y vivir el amor que siempre quise

Haz de mi cuerpo tu aldea
Haz en mí tu cena
Que me dejo a tu disposición
Clava en lo más profundo tus garras
Pon en mí tus amarras
Y llévame a donde sea

Si fuiste hecha de esta manera
Haz lo que hagas es tu derecho
Si fuiste hecha de esta manera
Haz lo que hagas y yo acepto

Hazme tu carrusel de amor
Para mecer tu ilusión
Conocerte, disfrutar tu calor
Es lo que me hace vibrar el corazón

Como hembra fatal
Que solo busca el placer
Enséñame a satisfacer
Tu deseo de amar
Al verte adorarte
Y así siempre pertenecerte

Escrita por: Joel Marques