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I Am Bagual

Joca Martins

Eu Sou Bagual

Santana, minha Santana
Do potro de cacho atado
Quando cruzo no Barreto
Pra golpeá um vinho gelado

Santana, minha Santana
Santana do batuvão
Do artesanato gaúcho
Que povoa o calçadão

Eu sou bagual
Eu sou bagual!
Nasci no meio do campo
Dentro de um cocho de sal

Santana, minha Santana
Do cerro lá de Palomas
Dos barbado que se assanham
Quando as moça perdem a doma

Santana, minha Santana
Do Pinga e do Momoso
Da pensão “Duas fronteiras”
Que ali já busquei pouso

Santana, minha Santana
Da cordeona abagualada
Do Leonel e do Cardoso
Que são baguais pela estrada

I Am Bagual

Santana, my Santana
From the tied mane colt
When I cross at Barreto
To hit a cold wine

Santana, my Santana
Santana of the big forest
Of the gaucho craftsmanship
That populates the promenade

I am bagual
I am bagual!
I was born in the middle of the field
Inside a salt trough

Santana, my Santana
From the hill over Palomas
Of the wild ones that get riled up
When the girls lose their taming

Santana, my Santana
From Pinga and Momoso
From the inn

Escrita por: Fernando Soares / Juliano Gomes