Cair do Céu
Vejo que não houve vagar ao se ajoelhar
E diante de todos se humilhar
Pague seus dias com empatia
A mesma que esquecera quando ainda vivia
A cada piscar cria-se um novo passado
Quantos já foram criados com seus olhos fechados?
Ofegante é o seu respirar
O andar, por sua vez, beira o rastejar
Seu desleixo o impede da verdade sorver
E de seus pecados se esquecer
Seu amor foi insuficiente
Tenha isso em mente
Tomou a frente em ser indiferente
Seus atos desistem em todo início
Você não interrompe mais a luz do Sol
Engoliu o descaso como um vício
Julgou-se acima de qualquer desperdício
E mais uma vez voltou ao início
Dê nome à sua vontade
E pela primeira vez não seja covarde
Ofegante é o seu respirar
O andar, por sua vez, beira o rastejar
Seu desleixo o impede da verdade sorver
E de seus pecados esquecer!
Caer del Cielo
Veo que no hubo tiempo para arrodillarse
Y humillarse frente a todos
Paga tus días con empatía
La misma que olvidaste cuando aún vivías
Con cada parpadeo se crea un nuevo pasado
¿Cuántos ya se han creado con tus ojos cerrados?
Jadeante es tu respirar
Tu caminar, a su vez, roza reptar
Tu descuido te impide saborear la verdad
Y olvidar tus pecados
Tu amor fue insuficiente
Tenlo presente
Tomaste la delantera en ser indiferente
Tus acciones se rinden al principio
Ya no interrumpes la luz del Sol
Tragaste la negligencia como un vicio
Te juzgaste por encima de cualquier desperdicio
Y una vez más volviste al principio
Ponle nombre a tu voluntad
Y por primera vez no seas cobarde
Jadeante es tu respirar
Tu caminar, a su vez, roza reptar
Tu descuido te impide saborear la verdad
¡Y olvidar tus pecados!